Os poemas a seguir expostos serão,
paulatinamente, acrescidos e/ou substituídos por outros
vER BÊTES
uM LÊMURE PREÊNSIL
- SÓ O ASPECTO VOADOR -
COM LÊMURES EM VOLTA
- SÓ, A SÓS, APREENSÍVE
L ! -
Não ouça: reconstrua o Líbano.
(TARDE ROXA LEMURÍDEA)
qUEM SOIS NÓS? : TRÊMULA
S LEMÚRIAS,
pÁS A PÁS >>> À PAZ. e, LÊ
MUS,
SÓ LEMOS EM DICIONÁRIOS
DESCOBERTOS DE LENÇALHO
S!
Observ.: maximize o quadro, para ver o topo e o pé das montanhas do
Líbano (escombros e esperanças da reconstrução).
Versão anterior:
uM LÊMURE PREÊNSIL
- SÓ O ASPECTO VOADOR -
COM LÊMURES EM VOLTA
-SÓ, A SÓS, APREENSÍVEL
Não ouça: reconstrua o Líbano.
uM LÊMURE PREÊNSIL
- SÓ O ASPECTO VOADOR -
COM LÊMURES EM VOLTA
-SÓ, A SÓS, APREENSÍVEL
Selecione para ver a noite
“Ver
bêtes”

********
(Baseada em
versão de 22-4-06, após papo telefônico com Cid Marcus Braga
Vasques)
(Dedicado a Cid Marcus)

(In memoriam
de Haroldo de Campos. Mas, Gonçalves Dias in memoriam de Bocaccio,
Joyce in memoriam da versão Rei Jaime, Rubem Fonseca in
memoriam de Cecco Angioliere e Machado de Assis in memoriam do padre
Manuel Bernardes)




(In memoriam
de Haroldo de Campos. Mas, Gonçalves Dias in memoriam de Bocaccio,
Joyce in memoriam da versão Rei Jaime, Rubem Fonseca in
memoriam de Cecco Angioliere e Machado de Assis in memoriam do padre
Manuel Bernardes)

(In memoriam
de Haroldo de Campos / Maiakóvski. Mas, Gonçalves Dias in memoriam
de Bocaccio, Joyce in memoriam da versão Rei Jaime, Rubem
Fonseca in memoriam de Cecco Angioliere e Machado de Assis in
memoriam do padre
Manuel Bernardes)
|
Ver bêtes |
| |
|
Um lêmure preênsil |
|
-só o aspecto voador- |
|
com lêmures em volta |
|
- só, a sós, apreensíve |
|
l!- |
|
( tarde roxa lemurídea ) |
|
Quem sois nós:trêmulas l |
|
emúrias |
|
Pás a pás, à paz. E, |
|
lêmus, |
|
só lemos em dicionários |
|
descobertos de |
|
lençalhos |
(“In
memoriam” de Augusto de Campos. Mas, Florivaldo Menezes também in
memoriam de Haroldo de Campos, Gonçalves Dias in memoriam de
Bocaccio, Joyce in memoriam da versão Rei Jaime, Rubem
Fonseca in memoriam de Cecco Angioliere e Machado de Assis in
memoriam do padre
Manuel Bernardes) (Mas, Eu, pensando a
simplicidade anterior...) :

( “In
memoriam” de Augusto de Campos. Mas, Florivaldo Menezes também in
memoriam de Haroldo de Campos, Gonçalves Dias in memoriam de
Bocaccio, Joyce in memoriam da versão Rei Jaime, Rubem
Fonseca in memoriam de Cecco Angioliere e Machado de Assis in
memoriam do padre Manuel Bernardes)
Ver bêtes
Um lêmure preênsil
- só o aspecto voador -
com lêmures em volta
-só, a sós, apreensível!
-
(tarde roxa lemurídea)
Quem sois nós?:trêmulas
lemúrias
Pás a pás, à paz.E,
lêmus,
só lemos em dicionários
descobertos de lençalhos
(“In
memoriam” de Décio Pignatari. Mas, Florivaldo Menezes também in
memoriam de Haroldo de Campos, também “in memoriam” de Augusto de
Campos, Gonçalves Dias in memoriam de Bocaccio, Joyce in memoriam da
versão Rei Jaime, Rubem Fonseca in memoriam de Cecco
Angioliere e Machado de Assis in memoriam do padre Manuel Bernardes. Mas, Eu, pensando a simplicidade anterior...) :
Ver
bêtes
O lêmure preênsil
- só o aspecto voador
�
com lêmures em volta
- só, a sós, apreensív
el �
tarde roxa lemurídia
.
Lêmus, lemos dicionário
s
descobertos de lençalh
os.
(“In
memoriam” de Décio Pignatari. Mas, Florivaldo Menezes também in
memoriam de Haroldo de Campos, também “in memoriam” de Augusto de
Campos, Gonçalves Dias in memoriam de Bocaccio, Joyce in memoriam da
versão Rei Jaime, Rubem Fonseca in memoriam de Cecco
Angioliere e Machado de Assis in memoriam do padre Manuel Bernardes)
*************
Osama Bin Laden ama e nos blinda
OSAMA BIN LADEN
AMA E NOS BLINDA
(Anagrama,
20-01-2006)
Salvaguardia de Patria.
( 3 exércitos corais, divididos por largas alas, cantando
alternadamente 2 vezes, e, simultaneamente, na 3a e
também na 4a. de 4 versos )
Ausbenidades ausdédis
!
Brônquis istáfis
stêntis ti Majirus !
Ausbenidades
ausdédis dos brônquios de Jacarezinho !
Kiko Anar
(ao coroar)
beijou Hanahr Quico
de um jeito anárquico
Libreto
para ópera de Paulo Coelho
-
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-
Não !
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A3+0B3LN4zMb/Gz/4xjEzg9Bmrt0Cs4M36GG1fX+aj5VvocMwGBMJnX0RjSX/Jt/7P/7tA9PBgPp
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nv/X/Q/nP/qLjAsD56FQJk2LinxVM6wRpB6/HwT4KEMTPnxUOcdfoR//4xjEzQ6BmsOECs4M8JEr
7fnH6INd/QbB7/oODxgk/rfX/NdR5GgN/qYTgAFgPdKgF9Tx9TDCPMvnlB8HXlZe5wW5/qg+mr//
-
Nãão !!
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n52//+ZWb/1hg9U9mn1Y1H/yI9Y7CceEMUIzOi8Rw65UatqCtDj51+LiXVkKl1fr3Fv/4xjEzQ5C
- Nãããoo !!
-
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GP4oBP8Sv5HrO/4selS/QAgPDg0Cgx1LYFNqO/6CQW0NoW/7...Ara !, vá tudo
pra puta que os
pariu !!!
********
Heaveling Creatures / Heavenly Creatures
Versão temporariamente (
25-10-05) definitiva:
Poema nominalista (Filos.)
( Dos papos com d. Olívia Gaspar Cavalcanti )
( Para Evelyn Critchard )
Por neres de piti
nereidas:
Nem a pajem, Imálida, que foi
De Babá & Babaoutro
Não de Euprépio e Aigulfo
Basílides e Serzídeo
De Bianor & Balthazar.
(
Sim, só Babá e Babaoutro!
Não pajem de outra velagem:
De Pacífico & Tranqüilino
De Bianor, com mais amor. )
E
de goose-tav-owe curtain.
Quem?
Goose-tav-owe Curtain!!!
Não
ganso afogado enxuto
Na
cortina . Apenas Gustavo Kurten.
Além de não não estarem mortos
Ou por só assim estarem
Procuram por Matas do Taquaranta
Com Marildes e Marinalva
Por Faxinal do Céu
Com Leonor e Leonora
Alana
Gandra e Poliânica Salubranco
Com Vera Verão Lafond
Com Zé Quindingues e Nante
(
por saber: Elucinante )
Anacoluto e Afonsinho,
Euryderbal, Ladypopéia,
Por teleférico e articulado,
Berdamerda. Berda-merda
Por fim! Afim! Afinal
Por que onde, onde, andará
Martagão Gesteira, meu Deus
(
Na última vez que foi visto
Rememorava prolfaças
Do saudável Prafulchandas ) ?
********
Arnegão de Panariz,
atualmente com seus noventa e tantos anos, e a quem citei no trecho
de meu ensaio sobre Glenn Gould que saiu na revista “Escrita”
n. 35, Ano XI, 1986, lembrou-me que este poema, no fundo–no fundo,
usa de uma espécie de chantagem ateista, principalmente pela
responsabilidade que tive de relacionar, faticamente, nomes, lugares
e pessoas todas existentes ( nenhuma sendo ali inventada e a
maioria viva! ) sem que nada prendesse uma a outra, como, por
exemplo, no poema sobre o caso do vestido, em Drummond. Na
abstração, diz ele, no conceito dado ao ente, as coisas e
pessoas não se dão bem sem ligação, precisam estar relacionados. No
nominalismo , a existência do ser ou coisa é livre, só
depende do cogito, as portas se abrem, tudo é mais
solto, mais feliz, as criaturas ficam celestiais, mesmo, não
dependem de Deus e do Destino...”
Confirmou isso ao perceber também que Evelyn Critchard, a
quem dedico o poema e que na vida real, dos fatos “universais”, é
minha velha amiga d. Olívia Gaspar Cavalcanti, é uma derivação
sonora (fonética) do título do poema. Evelyn Critchard
teve, na minha cabeça, uma virtude nominal soberba, passou a
existir, como todo o poema, com uma função independente dos
"universais". Tem razão Arnegão de Panariz, são criaturas
celestiais, mesmo, não dependem de Deus e do Destino...
(De um papel
avulso: “ANUENTES-AVALISTAS
Prafullchandra
Prabhudas Patel
Vinaben
Prafullchandra P. Patel”
[NOTA: A PRIMEIRA
ASSINATURA PARECE “JoJoPolês” . A SEGUNDA PARECE
“Neena ( Veena ? ) P. Patel”]
*
Nota:
bem posteriormente, pouco antes desta nota de 07-12-05, meu
inconsciente lembrou-me de rever um poema de idade maduríssima de
Drummond ( do “Discurso da Primavera”), denominado “Retrolâmpago de
Amor Visual”, só com nomes de “artistas” (do screen principalmente)
e de outras áreas.
*
(-
MAIS UM PRA UMA FUTURA REVISÃO DO “HEAVENLY CREATURES”
( POIS NÃO VÃO NASCENDO GENTES E LUGARES?):
Dominique Marie François René Galouzeau de Villepin
*)
*
( É o novo premiê da França, 01-6-05)
********
NOSSA FELICIDADE
Tomou seis cervejas
sem álcool
Deu duas trepadas em
mulher inflável
Brincou de roleta
russa
Teve ataque
cataléptico
Acordou desrodeado
Saiu louco pra comer
batata frita
e algodão doce.
Branco.
Sem nenhum pingo de
groselha !
(25
de novembro de 1996.Homenagem,
na forma de Nílton de Castro,a Percy Garnier)
NOSSA ESPERANÇA
Fiz um churrasco no Natal
Deixei queimar o carvão
O gelo ficou duro
Minha perna de pau coçava muito
Mas os vizinhos acharam muito bonito
- me disseram-- aquele silêncio que não
ouvi.
********
Cave não
morrer depois de morto
pois o
osso é o roteiro da carne.
"Como o
corpo é a embalagem da alma
[mas] a
vida é o corpo do corpo".
Em parceria com Erasmo de
Roterdã.
Cave não morrer depois de morto
pois
o osso é o roteiro da carne.
["Como] o corpo é a embalagem da alma
[mas]
a vida é o corpo do corpo".
Em parceria com Erasmo de Roterdã.
(Remontar, com esse dístico final de
Erasmo, à versão original, mais longa.)
( v. “O corpo, casa de ossos” no
BEOWULF)
Pois aqui está só o começo... Lembrem-se da chamada-epígrafe da
gaveta: as coisas vão-se acrescentando (e às vezes, subtraindo-se).
[Esta estância se junta a outras, "Malmifiz & Arrivalsa", p. ex., ou
"Quadras por instância de Villari-Herrmann", para formar "A
extinção da criatura", junto com aquele menino que pergunta
"- Tio! é possível não ter tido tio? - Sim. Mas pior que isso é
não ter tido pai, pois, nesse caso, o que não existiu nem irmão
teve!" (ensaio sobre Glenn Gould), cf. gaveta ENSAIOS (A
resposta ao garoto na rua exige uma oralização grave, diria :
grossa; é uma parte já gravada, diálogo com o pianista Caio
Pagano, déc. 70, final, que tem de ser
sonorizado através de um link / áudio.
********
O vovô tinha mau
baço
o papai tinha mau
fígado
Minha filha não está
no cio
e nem se chama Tereza
********
@ - Numa
parede da General Jardim, em 05-11-03:
“Quantos Mal me Quer
existe em uma única flor?”
(Observação. bem posterior: a “correção Mal
me queres (=quantos) traria uma personalização to tu (“...me
Queres), tiraria a circun stância da generalidade e destruiria o
jogo do incógnito ser que ou me quer bem, ou me quer mal...)
SABEDORIA POPULAR, OU MERO ESMO?)
@ - s/ Rembrandt - O vermelho é um
porta-luz na escuridão.
@ - v.
Agenda - 4/4/1986
@ - Sanglots
longs - V. Fita micro 5.
@ - Agenda
1985, 5/1.
@ -
Poema-frase: - AGENDA 1985, 13/2.
-
Nenhuma melancolia é
maior que uma melancia.
-
Demo-nos a mão /
demônios à mão. ( pra onda do “antes que o bem cresça, corte a
cabeça pela raiz”, cf)
@ - Para os
sonetos em allemongs( aus, enter ines, omber, ufter)- AGENDA 1985,
18/2.
Tb. “Comeu, gostou, comeu de novo.
Comeu, não gostou, chutou.”
-
Chá de minhápica.
@ - Para o
poema do beija-flor (v. um dos “Ulisses”) : Taça de Coral, de
Alberto de Oliveira, “Kosmos” (Ivan) n. 3, 1904.
@ - Para o
poema d’ “O fauno e a flora”, onde coloquei aquele jogo s/ o caso de
um fauno (ocaso de um fauno= O CASO DE UM FAUNO)? PROCURAR COM
URGÊNCIA (30-4-98). Tb. Chouchoter, fr., xuxotar, xoxotar, murmurar
(mûr muré...)
@ - Para o
poema d’ “O fauno e a flora”: Reinamorachica (cf. Dalgas
Frish)
Malmifiz e arrivalsa.
Autarcoglosios
@ - Que uma
safira gráfica fira a Glafira
de um
furo eflúvio de fulgor na mira (melhorar...)
@ - Poesia
Sonora - A xoxota xoxa da xave xó xabe fazer xixi
@ -
Morrer e não ser lembrado pelo amado (ser)
Lembrar-se da amada que morreu
Quando os dois estiverem mortos e nenhum se lembrar do outro.
(Isto tem de ser visual através de uma landscape noturna, soturna,
do Romantismo.
@ - Poema
sem nenhuma vogal - v. crwth (!), no Booklet dos Instrumentos da
Antiguidade, em LP.
@ - - Dr.
Estevam "DISPNÉIA SUSPIROSA" (!)
@ - O novo
na ovelha (Dolly/Polly)
@ - O que
comento em cima do poema “em sânscrito” do Décio, V. RECORTE DA
FOLHA NAS SACOLAS: Poema “Mayá”: [ devido à escrita sânscrita, que
edifica um aprisionamento do ser, aquele eco das próprias paredes,
torna a manifestação “um grito mudo”:
- Cri sans (é) crit ! ( Sanscrit )
”.
@ - Para
“explicar” o poema dos “desfeitos um para o outro”, V. ESCRITA:
-
No amor, a inciência
torpe vira motivo nobre.
-
Versão inglesa do
verso “desfeitos um para o outro” = “Fade for each
other”
( “feitos um para o outro” = “made
for each other”... : v.
filme "Harry & Sally", "feitos um para o outro.
@ - Poema sobre o Parreira:
associar com o "elle por ella, ella por elle", da tradução do
Afrânio Peixoto do TRISTÃO E ISEU, cf.
@ - v., NO
POEMA DÉC. 50 SOBRE CRISTO NA PORTA DE UMA IGREJA RUSSA, OS POEMAS
DE BIELI, CRISTO RESSUSCITOU, E BLOK, OS DOZE.
@ -Poema
sobre o Parreira associar com o "elle por ella, ella por
elle", da tradução do Afrânio Peixoto do TRISTÃO E ISEU, cf. Poema
do "desfeitos um para o outro": v. filme "Harry & Sally", "feitos um
para o outro", “Made for each other”, é esse o título em inglês (
original do filme) ?
@ Não sabe a
diferença
-- que
diferença! --
entre crochê
e tricô
ou bilboquê
e diabolô!
@ E só lhe
resta após esse abandono
cair na cama
em coma como pode
do que
deitar na fossa mais não possa.
- A indecente deiscência da válgida valva
(vulva)
@ - Fotografar aquele sorvete da Barão,
que sai encaracolado, como
um troço, parece uma
cúpula bisantina: “O solviete de Crêmelin”.
@ -
"Alma e corpo juntos vivem.
E o porco vive na lama.
‘Porco’ é anagrama de ‘corpo’
e ‘lama’ é de ‘alma’ anagrama."
(BASTOS TIGRE. In "Meus irmãos,
os trovadores", de Luiz Otávio, Editora Vecchi, 1956, trova n. 1323m
p. 145. Anotei: "V. a maravilha da coincidência, em
Philadelpho Menezes:
"Porco : lama
corpo : x " ( in
"Demo-lições", 1988, Arte Pau Brasil ) .
ANOTO TAMBÉM QUE UMA VARIANTE
(DESPREZADA NA EDIÇÃO) DO FINAL DO MEU PaPiroPirâmides
"Monopol" , jogava com as mesmas palavras e interrelações, em
desenhinhos com os aspectos da escrita das cartas enigmáticas dos
jornais, usando-se figurinhas cripto-hieróglifo-egipcíacas,
compativeis com o fulcro do poema PaPiroPirâmides "Monopol" e a que
chamei, na época, "logocriptogramas".TENHO ESSA VARIANTE FOTOGRAFADA
EM "SLIDES". Estão na PASTA VERDE PARA O LIVRO. ( Agora, uma nota
de 05-01-2000: Tenho filmado, VHS, na casa do Paulo Ramos Machado )(9,7,em27-12-01)
*
-
Copiar aqui, com aqueles caraceres gráficos, o poema quando da união
do Zé Olympio e a Maria Esther.
*
(Para aquela letra
(lyric) daquele “samba”, com o Paulo Araújo y
Past):
Quem
não está por
Dentro
dos bêbados
Tá
bêbado de dó
De dó
ré mi {etc. etc.}
*
Rimas:
Rimas nas poesias de hoje , principalmente na feita através
das letras de música (na MPB) : são rimas de letrismo
verbal. Por exemplo, “A raça humana”, de Gilberto Gil.
*
Para “O Fauno e a
Flora” : - [flor] cardo-morto. ( ...”e cadi
como um corpo morto cade”, Dante, Paolo e Francesca etc. etc.).
- [flor, cf. ] eperua .
*
@ -
ITO DE SOUZA Jacutinga, filho do Bastião
Rodrigues:
Diógenes: "Ito PIF de Souza
PAF" ( de tanto que jogava pif- paf !):
Seu poema, quando viemos de
Jacutinga para ver o Pelé em 1960, em meu primeiro carro, o MG
esporte importado, na estrada, olhando para o céu:
"As nuvens vagam
E os pássaros girovagam!"
( A
CRISTINA ADORA!)
*
O
artista é um mal caráter.
Malcarata tão carão
que chega a dar caratê
no cara que mais carinha.
*****
Desenho animado
Pele tão hirta e ar de filha de
Maria
Que, se sorrisse,
Se desvirginaria ( 1957? 58?)
-
Poema,
Meu coração está grávido
Imêmora de amores divan-
dalos dalês dalôs dales
-
(cummings
persona de ,,, (v. o nome do trovador espanhol) ( Drammatis
Personae?)
Um
adeus é só pra um
E os
adeuses só pros deuses
(Eu para o Orlando [Marcucci], primeiras horas de 20 de outubro de
1984, anotado na Agenda de 29 de Janeiro de 1985. Do ABCedário)
Não
sabemos o que fazer desse amor fixo
Então
joguemo-nos no lixo. ( ABCedário).
P/ os
Sonetos Allemongs (fecho para um. V. aquele que está
apensado no “Ulisses”, do Houaiss, 1ª edição):
A
infelicidade é um prato de cenouras vazio (fundir com um de
Cesário Verde...) ( ABCedário).
P/ os
Sonetos Allemongs ( fechos para alguns):
1 -
Minha mãe é rica porque pode ( os dedos repuxando os cantos da boca
( ABCedário). Veja o comentário que está na entrevista da rev.
“Escrita” que está sendo “puxada”, como explicações, divagações
etc., na Introdução do LIVRO).
2 – Vá
tomar no pinto.
3 – De
todas as facetas, as melhores são as bucetas.
4 – E
na bunada não vai dinha?!
5 –
Vocês precisam tomar chá de minhápica.
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P/ o finzinho d´O Fauno e a
Flora, onde:
‘... a sempre deicha
dependulados
cachos de amor
verde’
(... se algum
corrupixel se bem intencionado...)
- (De um dos
Cadernos/ décs.:
(Parte em que a
Verônica Becabunda, conduzida pelo Bucentauro, canta :
“Eis
quando um peixe plagostromo
rompe o
sinal do vôo e do irreal.”
) [ “Verônica, a Menarca, adiádene – becabunda !, a deiscência para
asfódelo.
No bucentauro.”
(Soube, bem posterior, em Victor Hugo sobre o
asphodèle.)
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Bacalhau no Natal
eu não como
porque a rima faz mal
Tira o eletrodo desse meu pescoço
balagandãs da Dorothy Lamour
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“Uma
escalada em Already in the Inner”, com aplique de
sinestesia. Ou: tentativa de igualar os orgasmos
visuais nos visuais de anna holtz regendo beethoven regendo
a nona.
(- Lambuso lambrusca!...)
Deixe cheirar esse suor
angélico
Deixe apalpar essa pele feliz
Deixe beijar essas beiradas
baixas
Deixe lamber no beiço esse
biquinho.
(madrugada de 03-3-07)
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Muito menos que a
mulher homem gosta
de
mulher quase parada no sexo.
estátua quente que se move
mas
não se desmancha
( estátua quente que se move
mas não se desmancha: ou depois
se desmancha bem, bem, devagar)
Muito menos que a mulher.
Quase parada no sexo.
(estátua quente que se move
ou depois se desmancha bem,
bem, devagar, muito menos que a
mulher.)
Muito menos que a mulher
homem gosta de mulher
quase parada no sexo.
estátua quente que se move
mas não se desmancha
( estátua quente que se
move
mas não se desmancha ou depois
se desmancha bem, bem, devagar)
Muito menos que a mulher.
Quase parada no sexo:
(estátua quente que se move
ou depois se desmancha bem,
bem, devagar, muito menos que a
mulher.)
Muito menos que
a mulher homem gosta
de mulher quase parada no sexo.
estátua quente que se move
mas não se desmancha
( estátua quente que se move
mas não se desmancha ou depois
se desmancha bem, bem, devagar)
Muito menos que a mulher.
Quase parada no sexo:
(estátua quente que se move
ou depois se desmancha
bem, bem, devagar, muito menos que a
mulher.)
Exemplo de um duplo díptico sobre o
goso. Não se precisa explicar o díptico,
por causa da dupla, quase
sempre indispensável ("Rriso") no sexo... E duplo,
por
causa da hipótese de mostrar a tentativa do sucesso...ou de
uma brochada semântica.
A LINGUAGEM
está em todas (no meu caso, pelo menos!),
mais do que
qualquer significado pessoal ou, argh!, social... ( Aqui, a
leitura, oral, é um orgasmo,
um orgasmo verbal, ou tentativa de.
Joyce, no finalzinho do ULISSES, realizou a
façanha, genialmente.
******
Nenhuma
melancolia é maior que uma melancia
Evidente que meu poeminha é homenagem
a Cabral, para quem um abstrato (melancolia)
era menos importante que uma concreta melancia...e
esta palavra está, visualmente, sem excesso, toda
contida dentro daquela. Daí o hipo-ícone verbivisual.
Quanto ao hipo-ícone verbivisual, é aquilo que Peirce
chamava de vizinhança com o representado no
significado, mas por via de ilusão do
continente, manipulado mais por quem olha do que pelo
objeto olhado.Quando dou, talvez cabotinamente, meu
poema homenagem a João Cabral, de uma só linha ( "Nenhuma
melancolia é maior que uma melancia" ) , como
exemplo desse tipo de ícone, dou-o como exemplo de um
hipo-ícone vizinho dos trocadilhos
visuais, ( meu “Relações Anteriores" / cara do
Magalhães Pinto no joelho de minha mulher, livro sem
título, “In Verso” no prefácio de Ronaldo Azeredo,
Edições Invenção, 1972) e que já são
conhecidos, com esse expresso nome, desde a época de
certas gags de Harold Lloyd, conforme se vê da coleção
em vídeo-laser "Hollywood - a Celebration of the
American Silent Films", Thames Video Collection / Image
Entertainment, LaserDisc, seven disc set, side 8 /
Harold Lloyd. Afora terem sido pespegados, na
literatura, em certos poemas de configuração caligrâmica
até da poesia barroca e preciosa.
********
[ 2 PinturasPoesia ]
Fonte
tipográfica original, para ver todo o efeito: Forte
NimbusRomDCY, 24
Uma sinestesia.
Pastelaquareóleo sobre tela:
Moça mechendo em seu cabelo.
chendo em seu cabelo.
*
Manetrismo:
Almoçandos
na grama
*
“
(...) Flo, meu espírito infortunadamente, ou
desafortunadamente antimatemático me impede de ver muita
coisa neste Mundo.
Acho que, no fundo, só enxerguei as coisas através das
intuições e das iluminações epifânicas, que andam
próximas do mundo visual paralelo.
Acredite, minha poesia escrita, ou mesmo a prosa (que muita
gente acha que é meu forte) é pura
des-remelação...
Veja as duas últimas: [as de cima]
*

TEXTO LOGO ACIMA:
Tirante a ira dos tiros
- os tiros passam rápido! -
os amores que se escrevem
não terão cantadores de famílias sem raízes
que cantem o que não seja bom!
(Exegese do poema. Esclarecer mais estraga a revelação.
Não se esqueçam que são duas famílias que estão num passado
recente e ainda nebuloso.
(Based on a true story)
********
Da
série Sinestesias /Palhetas Sonoras
IMPERENIDADE DOS HOMENS NAS FUNÇÕES / O TRABALHO E
OS DIAS
( À
MODA DE JOÃO CABRAL / AO MOLDE DA CAVERNA DE PLATÃO)
Nada como voltar aos começos
quando tudo era nada
onde o encanto mais subia
que saber por onde descia
Não que não há bem que sempre dure
nem mal que nunca se acabe.
Não; que haja mão que os segura
e no mesmo prumo se afaste.
********
Quem ousou colocar uma carta de luz em baixo de
minha porta
Eu que tenho as janelas lacradas por ordem do 4º.
papa?
Recado que posso pisar antes de lê-lo
ou – o que é pior – distraída nem possa percebê-lo
(ou que possa até varrê-lo!...)
Um contra-fé da fé faz (e nefaz) desejo, quase
donzelo anseio,
de espreitar pelas finas frinchas da janela o
vislumbre do mensageiro
de tão estrilhada e fugaz mensagem.
*
...iris voltas a ir adiar o sol também se levanta
the sun also rises! ó sol ri sus!
*
Com o Noturno opus 48, n.1, de Chopin






********







Joyce
cantando para McCormack, o grande tenor a quem invejava
:
A Vyvy ama (e
vive)
Ó vyvyamo o
mai vivo
Ouça a conferência do Willy [Corrêa de Oliveira] autor da
música sobre o poema: na première, o grande compositor
destrincha a partitura, cf. Fita cassete n. 25-TDK-S (tirei
duplicata), e também o IP-Avulsos ( gav. Avulsos, no Site).
O espelhamento do
visual sugere:
A Vyvy ama e
vivo
Ó vivamos ou
não mais vivo
que é um OARISTO em tempo de AORISTO, ( conjugação de um tempo
pretérito, mas que já traz em si uma possibilidade – não
condicional – do “réussite et échec” na ação—conjugação
grega. Acho que achei um exemplo na IstoÉ n. 270, de 24 de
fevereiro de 1982, pág. 17, texto de Carlos Alberto Sardenberg:
“(...) Em tudo, quem já ganhou alguma coisa
foi Ferreira Neto: terá sido o primeiro a colocar
no vídeo, cara a cara, os candidatos a governador em São Paulo.”
Também: conjugado numa pessoa, passa conseqüentemente
para outra pessoa ( assume os dois sujeitos da oração...)
- O terceiro e quinto signos
visuais da palavra-poema é um espelhamento vertical de um Y. Com
a palavra virada, ficam no quarto e sexto Após algum tempo,
casualmente verifiquei no clássico filme de Dreyer, A paixão
de Joana D’Arc, uma passagem em que se vê em uma parede da
igreja e no interior do mosteiro aquele Y espelhado (outro Y
vertical, em baixo dele), mesmo desenho do poema, cf. QUE
SIGNIFICA AQUELE SÍMBOLO?!?! Perguntar a alguém bem versado
naquela obra do Dreyer e em História das religiões. (06-8-99)

(Cenarização de Maria Christina
Menezes)
(That there is mine! Chap!... trad.:
Aquela
mina é do chapa aqui)
"Tíbia e Perônio,
casal duro de roer!
Sempre juntos
e separados pela carne." ( Hoje, 11-10-09).
to be continued
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