**********

 MÚSICA

 

IP-MUSIC. >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> V. também M in  “WRITE”

 

- acorde perfeito - Dó-mi-sol / ré-fá-lá.

 

 

- árabe – melodia / ritmo : demonstração, ao assistir o Canal TVA árabe ART – Arab Radio & Television, da minha teoria incipientemente desenvolvida no intróito do poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”, da déc. de 50: O 5/4 jequibalesco/tchaikovskyano de sua sexta sinfonia=a escala oriental. O desautoritarismo da (des)armonia: até no auditório, vibrátil, com meneios de cabeça, fumando-se à vontade. Mostrar isso e a fita ao Willy e ao Flo. Sente-se o sistema modal = liberdade total no auditório, fumando!... Veja que o ritmo não balança o corpo, mas é freneticamente interno: a melodia está no movimento da cabeça. Cf. 7h20ss. da fita 1382. Combine com os títulos dor jornais árabes que aparecem a partir de 7h28 da mesma fita. Na Fita n. 1383, a escrita, magnífica, avulta e prepara a frase ( conceito? Dedução?) : O viver jovem ´ vive lá sem morte ` ” ( ó o som! [ estava lá, por mim: “para o Phila...RRISO! ] [ Hoje, 02-8-2002: TTRISTE ]

            - Pedir ao Artur que faça DVD da peça de música árabe com a cantora e duas orquestras e especular sobre aquelas batidas de continuidade onde há tonalidade respeitada, “QUE O OCIDENTAL ENTENDE...”, para que a voz, após a encenação rítmica, entre outra vez numa espécie de atonal. É a fita 1528. JUNTAR COM A OBSERVAÇÃO SOBRE A FITA N. 1383.:  - árabe – melodia / ritmo : demonstração, ao assistir o Canal TVA árabe ART – Arab Radio & Television, da minha teoria incipientemente desenvolvida no intróito do poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”, da déc. de 50: O 5/4 jequibalesco/tchaikovskyano de sua sexta sinfonia=a escala oriental. O desautoritarismo da (des)armonia: até no auditório, vibrátil, com meneios de cabeça, fumando-se à vontade. Mostrar isso e a fita ao Willy e ao Flo. Sente-se o sistema modal = liberdade total no auditório, fumando!... Veja que o ritmo não balança o corpo, mas é freneticamente interno: a melodia está no movimento da cabeça. Cf. 7h20ss. da fita 1382. Combine com os títulos dor jornais árabes que aparecem a partir de 7h28 da mesma fita. Na Fita n. 1383, a escrita, magnífica, avulta e prepara a frase ( conceito? Dedução?) : O viver jovem ´ vive lá sem morte ` ” ( ó o som! [ estava lá, por mim: “para o Phila...RRISO! ] [ Hoje, 02-8-2002: TTRISTE ] [ Agora, hoje é 02-03-06). Hoje, 10-3-06, ARTUR ENTREGOU-ME DOIS DVDs, INTITULADOS “MELODIAS ÁRABES, 1” e MELODIAS ÁRABES, 2”, COM A SEGUINTE CONTRACAPA (MEU TEXTO):

 

            Alguns elementos da música árabe, captados do Canal ART (TVA), como subsídio à tese do poeta Florivaldo Menezes de que a Melodia nasce do Ritmo. Já foi desenvolvida incipientemente em 1953 /4, como “bula” ao seu poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”. Associa-se, de certa forma, à filosofia de hiatos do ritmo, algo parecido com o 5 / 4 jequibalesco / tchaikovskiano da 6a. sinfonia, um sistema modal adaptado às escalas do orientalismo árabe, onde os intervalos não estão nas alturas, mas nas cesuras (um dodecafonismo transposto para lá e para o popular).

            O poeta chama o fenômeno de desautoritarismo da (des)armonia, que se reflete até no auditório, vibrátil, com meneios de cabeças, fumando-se à vontade. O ritmo não balança o corpo, mas é freneticamente interno: a melodia está no movimento da cabeça. O contrário do autoritarismo do genial filósofo-tecladista Glenn Gould, ao impor todas as anti-regras do barroco... v. em seu  Bach e em sua abordagem dos românticos, onde se presume um hiato, um vácuo... não de progresso, mas de inexistência ontológica da Música, da História da Música.

            A  peça de música árabe com a cantora e duas orquestras (por que não só uma?! A oitava de Mahler tem mil elementos num só retábulo) parece que especula sobre aquelas batidas de continuidade da percussão, nas mudanças de frases, onde há tonalidade respeitada, “QUE O OCIDENTAL ENTENDE...”, para que a voz, após a encenação rítmica, entre outra vez numa espécie de atonal. No apogeu da encenação modal, a escrita, magnífica, avulta e prepara a frase ( conceito? dedução?) : “O viver jovem ´ vive lá sem morte ` ”.

             ( Porisso seu corpo pode ser explodido simplesmente, maneiramente?...)

 

 

 

 

- Arranjadores brasileiros:          Gnatalli, Radamés.

Guerra-Peixe.

Panicalli, Lyrio.

Peracchi, Leo.

Pixinguinha.

 

 

- Arranjadores   "congêneres"  (naquele meu sentido):

                                                           Paul Mauriat

                                                           Burt Baccarat

                                                           Ray Conniff.

 

- Arranjadores USA (Pop): e grandes virtuoses:

 

                                                           André Kostelanetz

Ray Conniff

                                                           Burt Bacharat

                                                           Paul Mauriat

                                                           Frank Purcell

                                                           Mantovani

                                                           Liberace (V. Videoteca, doc. c/ ele).

                                                           Carmen Cavallaro. (*)

                                                           Percy Faiths

                                                           Ray Anthony

                                                           Georges Melachrino.

Xavier Cugat

 

                                                                              (*) Sobre o piano de Gil Carli: Seu piano é técnico, mas falta-lhe aquela alegria peidorreira de perfumes de Cavallaro.

 

 

- Bach:          LD “ DiscBach “        Fuga x Inversão x Retrógrado

 

 

- Beethoven:           Na revista “ESCRITA’, n. 15, 1976, há um voto meu no Primeiro Concurso Escrita de Literatura – Poesia, na comissão julgadora, constituida por mim, Florivaldo Menezes, Affonso Romano de Sant´Anna, Mário Chamie, Wladyr Nader e F. Fujyama. Vencedor: MARCOS DE CARVALHO, Rio, RJ, sob pseudônimo de Arthr Nonato. Em determinada passagem, escrevi:

                                   “(...) Até agora – quando entrego o meu voto – não sei se Matá [ pseudônimo de Marcos Tavares, João Pessoa, Paraíba, segundo/terceiro lugar, mas para mim o vencedor]  é homem ou mulher, o que não importa para a Poesia, mas que poderá valer um dia para o estudo orgânico das categorias estilísticas; uma nova definição de gêneros; uma repensada sobre os anseios de verso absolutamente dramático, como queria Eliot, etc. etc. Ou para se voltar a pensar no fenômeno Beethoven e na influência da Ética para a determinação de uma nova Estética, no universo estritamente lingüístico. Sei lá, mas, naquele ponto, de nada servem os exemplos de transmutações recíprocas ocorridas no gênero mimético por excelência que é o romance (George Elliot, Katherine Mansfield, Virginia Wool e Proust etc), onde mais importam, classicamente, as personagens do que a carga lírica da estrutura narrativa, carga essa que, ao encarnar naquelas, desfigura a autoria para não degenerar o gênero. Em poesia – ainda classicamente – o chauvinismo sexual é ainda medievo-contemporâneo: Baudelaire é homem, Emily Brontë é mulher, Catulo é homem, Hilda Hilst é mulher, Mallarmé é um senhor (assim como Rimbaud é um menino), Safo é mulher, Augusto dos Anjos é homem, Gabriela Mistral é mulher, e assim por diante.”

                                    Agora no mês de novembro de 2003, na TVA, canal fechado da TV, houve um ensaio muito progressivo, digamos assim, sobre Beethoven e em  determinada hora deparamos com:

                                   “ Beethoven mudou a forma de tocar o piano em Viena, que era suave. Ele queria pianos mais fortes, maiores, sabemos que quebrou cordas e destruiu martelos. Também escreveu música que implicara que o registro do piano fosse muito pequeno; ia até a última nota e sabe que a música irá para cima; mas não pode. [ FLO PRECISA ME DESTRINCHAR ESTES DOIS PONTOS]  Isso é coisa que Mozart inusitadamente fazia [ = quer dizer, algo que Mozart fazia apenas ocasionalmente, de vez em quando ] A diferença com Beethoven é a seriedade emocional. A pessoa sente que sua música é profundamente moral, e não se questiona o ressentimento. Beethoven causava no público, sobretudo no começo, principalmente pela forma em que  [ com que?] fazia com que o público se concentrasse no trabalho da peça. Ele pegava [ melhorar o verbo ] um motivo e a gente devia perceber como esse motivo aparecia de distintas maneiras ao longo do trabalho [ da peça ] . As pessoas não gostavam de ser pressionadas a ouvir música com tanta atenção. [ ISTO É IMPORTANTE ] Em várias ocasiões Beethoven se revelou [ deve ser: se rebelou ] quando o público tratou sua música como simples música de fundo [ DIRIA EU HOJE= COMO SIMPLES “MUSIQUE D´AMEUBLEMENT”, OU “MUSAK” NOS E.U.A. ].

                        Daqui para a frente, o documentário desenvolve outras ocorrências, começando por exemplificar na Sonata Patética o primeiro sinal de música altamente revolucionária ( no sentido formal, claro ).

                        Achei que essa é uma confirmação daquele meu aparente chute de 1976, quando falei em Beethoven e na Ética como elaboração de um sistema estético, no universo estritamene lingüístico...

                         

                                  

- Beethoven:           Cultura FM em 25-9-2006, John Nechling desenvolve interessante tese do DNA da Música (... não sei se de toda a...) que é a célula melódica “tá-tá-tá”, da Quinta de Beethoven ( deu a entender que é a mais complexa, problemática (perfeita nesse sentido), das sinfonias de Beethoven, toda ela desenvolvida em intervalos de terças... NÃO É UMA HIPÉRBOLE ISTO?!?! PODE SER POSSÍVEL ( musicalmente ) ( V. COM O FLO)

 

 

- Berberian, Cathy :          http://www.ac-rouen.fr/colleges/braque-rouen/cours/musique/stripsody/01-tarzan.html

http://www.ac-rouen.fr/colleges/braque-rouen/cours/musique/stripsody/01-tarzan.html

 

0lga Regina, tradutora:   “O título da obra não dá pra traduzir, pois a palavra STRIPSODY é formada de Strip + sody, e em português não há uma palavra única para STRIP, que aqui se refere às histórias em quadrinho.”

 

( Flo para mim em 13-4-06: no título Stripsody há referência tanto à striptease (é assim que se escreve?)
quanto à rapsódia (rapsody), que se caracteriza por um conjunto bastante
eclético de idéias musicais “disparatas”.

 

 

- Bolerão típico - "Sabor a mi".

 

 

- Bossa Nova:        A grande aventura dos que não tinham voz, tipo Orlando Silva, Chico alves, Sílvio Caldas/linha Cauby , Gessé,         

 

 

- Boulez, Pierre       Contenção e despojamento.

 

 

- Cage,  John:           "Chance" e indeterminância  +  eletrônica e multimídia.

 

CD “Singing Through” (“Singing Through...(Cage) )”  Singing / truckage.(20-12-97.(!!!). V. o CD, exatamente sobre isso.         

 

 

- Canção, !!!, - "Sempre Ângela", c/ Ângela Maria , de Moraes Moreira e Paulo Leminski (!!), anotação de 19-3-1985.

 

 

 

- Cantoras                            - Constantina Araújo, soprano, BR.

                                               - BR tb, contralto SÍLVIA TESSOTO, !!!, ouvi in "A serra do rola-moça",!!,  de Camargo Guarinieri, Cultura FM, 21h45 de 18-11-98, c/ a Orquestra Sinfônica da USP, !, regência de Lutero Rodrigues, !!!

                                               - JENKINS, FLORENCE FOSTER,  aquela maluca milionária novaiorquina, cf. CD   "The Glory ( ???? ) of The Human Voice" ( Jenny Williams - Thomas Burns - "A Faust Travesty", RCA Gold Seal.     TENHO UMA CÓPIA PIRATA, APUD PAULO RAMOS MACHADO. (Nota bem posterior, fevereiro de 2001 há já bastante tempo tenho o original em CD importado)

-         Niña de los Peines, La; (Pastor Pavon,descoberta

de Lorca, celebrada por Casals, Segovia, Picasso (localize o LP antigo)).

 

                                               - Trinca congênere   Eileen  Farrell

                                                                                  Katleen Ferrier

                                                                                  Maureen Forrester

                                               - Vasselina Kassárova, mezzo-coloratura, cf. "L' italiana in Algiere/Rossini.

 

                                                                                                                                            

- Cantores clássicos          - Aureliano Pertile    V. no CD "Giuseppe Verdi - Árias de  "Un ballo in maschera", 1911/1943,  da Sonopress, Audio fidelity, Zona Franca de Manaus, no Musical Box, Flávio e Oscarzinho.

                                               - Luigi Infantini.

                                               - Francesco Tamagno (anterior a Caruso).

                                               - Lauri-Volpi, tenor: Voz: emissão tem permanente estática (30-01-2000). Talvez se desse bem em colaraturas, se encarnasse no maneirismo excessivo das últimas interpretações de Cecilia Bartolli.

 

 

- Cantores USA, apelo de massas:        Paul Anka

                                                                       Fred Jorge.

 

- Cantores U.S.A. de muito talento:        Vic Damone, !, que só não é "gênio" pelo mesmo fator de que Hummell teve um Beethoven ao lado...(No caso dele, o Sinatra).

                                                                       Andy Williams, !!, versátil, fac totum sonoro, chegou a dublar Laureen Bacall numa canção (!!!), com sua voz transformada numa grande cantora, cf.!; contracenou com o fantástico gênio da mímica abstrata ( não figurativa), que é Jerry Lewis.   

                                                                      

Lauper, Cindy.

 

 

- Cantores POP “boco-mocos”            Julio Iglesias

Manolo Otero

Sergio Endrigo.

 

- Carpeaux:             Hist. Da Mús./ dar uma repassada e anotar, à parte, minhas anotações.

 

 

 

- Chopin – biógrafo de : na opinião de Carpeaux (deve estar defasada, não obstante talvez exata...):            PRZYBYSZEWSKI, consulte sua Nova História da Música. ( Nota de 09-01-05: já consultei na Internet, o cara foi importantíssimo em sua terra natal, Polônia)

 

 

- Computador:        - Computador:Aquele LP que o Tangerina me passou para CD: a faixa do "sobe-e-desce/mas desce-e-sobe", com efeito ilusionista do Escher, aliás aludido no texto de contracapa : "Ilude a audição com os parâmetros de intensidade dos harmônicos individuais do expectro."( FLO p/ mim, há tempo...) [ PEDIR DETALHAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DAQUELE ESQUEMA DE "PENTAGRAMA" QUE ELE DESENHOU PARA MIM, V.  PAPELETA A FICAR NO CD. (XEROX NO LP). ( Nota de 29-01-00: Num dos DVDs da série “Mutuals”, do Chaplin, há uma trilha, num dos curtas, com o mesmo “problema”.)

 

- Computador:     Aquele LP que o Tangerina me passou para CD: a faixa do "sobe-e-desce/mas desce-e-sobe", com efeito ilusionista do Escher, aliás aludido no texto de contracapa : "Ilude a audição com os parâmetros de intensidade dos harmônicos individuais do expectro."( FLO p/ mim, há tempo...) [ PEDIR DETALHAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DAQUELE ESQUEMA DE "PENTAGRAMA" QUE ELE DESENHOU PARA MIM, V.  PAPELETA A FICAR NO CD. (XEROX NO LP)

 

 

- “Correspondências ” baudelaireanas:

 

                                   Webern / Braque

                                   Schoenberg / Picasso

                                   Berg / Gris

 

- “Crossover":        No crossover, Música erudita vira apelido de Música erubenedita. Para o povão, são uma festa essas investimentas nas indumentárias de classe.

 

- “Desafinação”:    Nélson Gonçalves: “Como continua desafinando ( !?!?!? “x” ), apesar da belíssima personavoz. Não desafina no tom*, isto é, na tonalidade, mas parece que há uma latitude de timbre na mesma altura ( a nota; cai da altura ). Pode? Mostrar isto ao Zé Miguel Wisnik “ (abril de 1989).

                                   (*) Paulo Ramos Machado, aqui em casa, em 04-4-03, sugeriu-me, para maior veracidade da expressão, ...”não desafina na freqüência, dentro da sua tonalidade” [ etc. etc.

                                   - Naná Caymi:- Onde "Resposta ao passado" ?, !! ( desafina no tom, na tonalidade, faz             transposição antes do final do compasso (barra) ): isto é difícil, não é a comum desafinação, de             ignaro, na altura, i.e., na nota. É algo tão difícil quanto aquela periódica desafinação no timbre,não evitada por Nélson Gonçalves, confira Fita 53: uma latitude de timbre na mesma "altura", i.e.,mesma nota!... Pode? Uma vez quis mostrar isto ao Zé Miguel Wisnik, não tive oportunidade.( 30-8-02).

                                   (Nota de 04-4-03): A observação do Paulo, supra, vale aqui tb.?

 

- “Dodecafônica”:    Flo, veja se, quando tiver um tempinho, me coloca em pratos limpos a seguinte sacada, de um músico acho que de seu convívio:

   " Tenho uma resposta a este dilema [ como superar os experimentos das vanguardas que já são passado ] sem necessariamente realizar um retorno à música clássico-romântica [ e que abre novas portas para a criação musical ].

Trata-se de uma reinvenção da harmonia que leva em conta a memória e a inteligibilidade da escuta. Há certas propriedades, antes não consideradas, às quais somos muito sensíveis. Especialmente a propriedade de, quando ouvimos certos acordes específicos, sermos capazes de entendermos estes acordes como unidades indivisíveis. Mas, quando paramos de tocá-los  e buscamos retê-los na memória, eles se fragmentam.  lsto é novo (...)"

 

 ************************************

 

             Se não for dificuldade laica de minha parte, [ ISTO ]está me parecendo com aquela minha proposta de poesia dodecafônica, de um poema meu de 1953, "CANTOX DE TUMENIUS E A POESIA DODECAFÔNICA" , engenhosa mas fantasiosa, interessante apenas e por aquela época como possibilidade teórica, uma esquemática falsidade na transposição dos gêneros (música >>>>>literatura),que eu havia pespegado do livro/plataforma do René Leibowitz sobre música dodecafônica. Aquilo tudo para desmilingüir a melodia, uma decupagem da sintaxe para, na cesura autoritária (diria arbitrária, ce(n)sura) dos versos, "confundir" o sentido, através de um espaçamento  desfigurativo, que era o dos intervalos das alturas ( no meu poema uma cesura desfigurativa que jogava pedaço da palavra para junção com outra. O meu ouvinte ficava atônito, escutando grego (sem trocadilho conceitual ! : há lá frases ilusoriamente gregas... sucumbàpausaondeofo(...) tovemparaplaníciedoarimanta), mas que era um didatismo do princípio de que uma nota só podia ser re-tocada (e, às, vezes retocada mesmo!) após o uso, nas frases musicais, das 12 alturas. Mas meu leitor, lendo e desprezando o som, pegava todo o sendido, a sintaxe se reaglutinava após o VERSO DE UMA SÍLABA    - VERSO DE DUAS SÍLABAS     - VERSO DE TRÊS SÍLABAS   [...] REDONDILHA MENOR (5) [...] -    REDONDILHA  MAIOR(7)  [...]-DECASSÍLABO- ENDECASSÍLABO - O DODECASSÍLABO  (o ALEXANDRINO) ...   ... (VOLTA PRA UM, DOIS ETC. ETC.).

            Gonçalves Dias já havia feito um longo poema com estrofes de todas as estruturas de sílabas, de monossilábico a um dodecassílabo, muito engenhoso, compatível com o tema, vou localizar. Mas não "desfigurava" o sentido imediato do entendimento.

            Voltando ao meu caso, havia um humor anarquista ( gozado, acho que não há uma linha ou desenho, ou figura, ou que quer que seja que eu tenha feito, que não tenha esse senso de humor cético, quase uma declaração de princípio de que Arte é uma brincadeira...MAS TALVEZ OS GRANDES ARTISTAS MESMO, UM BEETHOVEN, UM RAVEL, UM HITCHCOCK TERIAM CUSPIDO NESTA MINHA AFIRMATIVA... DE IMPOTÊNCIA, TALVEZ...

 

***********************************

Bem, mas o que mais me intriga é a sacada lá de cima, de um músico que, sem conhecer-lhe o mérito, pois não lhe conheço a obra, me leva a levar muito a sério sua desatinada, quase tresloucada (aqui entre nós, hein?) necessidade de sentir-se justificado na existência só se puder plantar ou fazer algo no terreno da Música. Ou algo de novo? Bem, Deus dá Vontade a todo ser humano, menos à tartaruga, que ainda tem de recolher a cabeça pra poder ver se sonha um pouco...

Beijos do Papi. (22-12-06)

 P.S.: E o Alban Berg com a ópera Lulu, que atribuiu a cada personagem, de acordo com o timbre, cada uma das séries da escala dodecafônica, apenas para uma convencionalização, mais ou menos similar ao meu falso “ Ó  meupo   vosemsé semsombrajá...” ? O QUE ME DIZ/...

 

 

- Dupla(s):    - Paul Anka & Fred Jorge.

 

- Dupla / mús. brasileira – Marcos Antonio Portugal & Domingos Caldas Barbosa.

 

- Elomar – o Piazolla da música de improvisação ( repente ) do Nordeste.

 

- Equivalências/ “CORRESPONDÊNCIAS” BAUDELAIREANAS:

 

                                   Webern/Braque

                                   Schoenberg/Picasso

                                   Berg/Gris.

 

- Festivais - (Anotação de 24-8-1985) : "Assisti à 2a. eliminatória do Festival dos Festivais, ao vivo, Porto Alegre, TV -5. Uma música fantástica...nem se classificou sequer por vaias às outras (ou por comparação) : de TOTONHO VILLEROY, "Do outro lado da rua"(!!). O autor, como flautista também, é fantástico."

 

                                  

- Flo:                               - Em outubro de 2002, madrugada de 15-10), Willy, em sua cozinha: " - Veja, Menezes: nas Valsas op. 23 - principalmente a n. 5, faixa 8 do CD 1 do álbum do Glenn Gould -  é uma valsa vienense onde

o Fausto -aparece [ aqui ele destacou bem, foneticamente ] no pratter!".

                                               - solfejar pelo telefone a música do "Cuelhinho... " (.../ Se eu fosse como tu/ Tirava a mão do bolso/ E punha a mão no ...cuelhinho / se eu fosse como tu/ [ e vai repetindo] demonstrando-se a semelhança de processo com aquele samba do Chico Buarque, "Pelas tabelas", onde há um "da capo" desprezando a última sílaba da escansão, remontando à primeira frase da estrofe anterior, como se fosse um cânone invertido -  pode-se dizer assim? Pra mim me lembra muito aquela música do Computador (v. Dbase, ZZZZ - C-) baseada num efeito Escher (pintor ilusionista da perspec-tiva) onde a "altura" ( sent. musical = nota ) sobe quando desce e vice-versa. Flo me disse, há um bom tempo: "O fenômeno Ilude a audição com os parâmetros de intensidade dos harmônicos individuais do expectro". Então, como, aliás, aludido na contracapa do LP, ( já transformado em CD), sobe-e-desce / mas desce-e-sobe, com o efeito ilusionista do Escher.

                                               - V. Rashomon:    - in 0h34´22´´ qual a música?

                                               - in 0h41´ mais um "bolero de ravel (sic)" (estilização; como se chama? ( v. tb.                                                 Roma de Fellini outro "bolero de ravel", cf. em Word - IP-Música, ou Word- IP-Avulso, ou em Write - M- Música, ou C- Cinema).

                                               - Como se chama aquele retorno ao início da frase, como se fora uma circu-

laridade sem emendas, v. aquele samba... ( "cânone"? E cânone em que sentido, Flo?)

                                               - Assistir com ele A Vida de Mahler, de Adrian Lyne.

                                               - Trazer, nalguma viagem: "The typewriter, the rifle and de Movie Camara" (Adam Simon).

- Funk:           - v. o excelente documentário que gravei da TVA - James Brown, !!! - Sly Stone - estudar aquela batida no primeiro tempo da frase - totalmente revolucionária - VER TRECHO DE MEU ENSAIO SOBRE GLENN GOULD, ONDE FALO SOBRE SONATINA FUNK ( PARTE PUBLICADA NA REVISTA  "ESCRITA").

 

[ Carta a Gabriella Pace]

Gabriella:

    1 - Como você diz que "aguarda notícias", lá vão algumas ( não se esqueça de que já lhe falei que tenho pavor de ser advertido das facilidades de papo que a Internet propicia).

    2-   Não quis me referir a analogias entre compositores, no sentido do famoso jargão "nada se cria, tudo se copia" ( Chacrinha e quejandos), que você cita, mas o de verdadeira pré-munição/premonição  de formas de um gênio para outro: quando você vier a minha casa, como você respondeu que terá o máximo prazer de [me dar o máximo prazer!] vir, vou mostrar-lhe (não me julgue arrogante, é pura paixão de raciocinar!) uns fenômenos de antecipação de formas, verdadeiros casos de "plágio em retrocesso" , LEMBRE-ME DISSO, DESSA EXPRESSÃO, POR FAVOR, LEMBRE-ME DISSO!

    3 - Para diferenciar, vou mostrar a você um disquinho de 7´´ de uma revista francesa, onde há um sem-vergonha mas exato "Ils ont tout coupié", de(monstrando) plágios de Beethoven, Mozart et al.

( o que te mencionei de Stravinsky e Mozart etc., cf. e-mail anterior, é o "stravinsky"  já concebido por Mozart!... O "berlioz" que te citei é a inaugural invenção do Puccini!!! - ( QUANDO VOCÊ ME CONHECER MELHOR, VAI VER QUE NÃO SOU LOUCO, ou, como diz meu, meu, meu,  Glenn Gould...  "JE NE SUIS PAS DE TOUT UN EXCENTRIQUE" ( título de um de seus livros editados postumamente, coisas de telefonemas gravados, papos rememorados etc...).

    4 - Fiquei muito feliz de saber pelo Flo que você fez um Mahler magnífico. E a Violeta Urmana, que te citei enquanto escrevia o e-mail, ouvindo o Mahler que "analisei", que você me disse que viu pessoalmente no Scalla!..., puxa, isto é um privilégio...

    5 - Quanto à quarta de Mahler ( você se diz vítima, vítima para mim maravilhosa, de quartas sinfonias ) , permita-me aduzir sobre a de Mahler:

    Nos começos da déc. 80, dei uma entrevista no jornal AMBIENTE, da Cetesb, onde aponto, entre as melhores músicas da Humanidade, justamente a 4a. sinfonia de Mahler.

    Não  me lembro se dei razões, nem qual a versão que indiquei.[ Hoje para mim só pode ser de Haitink, Bernstein ou Boulez ]  Mas comentei "em off" que é uma síntese da alma musical de Viena, que era o berço da modernidade, assim como a Alemanha  havia sido, imediatamente antes, o da contemporaneidade.

    Há, nessa sinfonia, vozes em seus ruídos, assim como ruídos (aí já no sentido de McLuhan) em suas vozes (humanas).

    E pra temperar tudo, aquele picadinho das frases tenebrosas, típicas do Autor.

    Não é, para mim, a mais bela (quinta), nem a mais profunda(nona), nem a mais transcendental (oitava), nem a mais matriz e inspiradora (segunda). MAS É SIMPLESMENTE... A QUARTA!!!, que tem a cara de Mahler, do casal Mahler, das infidelidades Mahler..., do perdão, da sublimação, enfim, me parece a mais pessoal.  E já abre o caminho para o mais maduro Richard Strauss, na corporificação das valsas da triste decadência, esta num sentido até nobre, histórico, político, como quis D´Annunzio.

    6 - Bem, Gabriella, não vamos exgotar nossas vidas num só átimo. Temos muito que conversar. Traga sua mãe e seu pai, chamarei o Flo para o encontro, vamos marcar: logo após seu Villa-Lobos na Osesp, que dia mesmo?

    Abraço ffff  do Menezes.

 

- Gilberto, João:      O modo João Gilberto, derivado de Mário Reis, foi uma imitação/adaptação que este último fizera, no início, do estilo do Sinhô cantando seu "Jura". Este estava doente, tuberculoso, sem ar, e cantava daquele jeito (depoimento de Silvio Caldas, cf. progr. Ensaio, da TV Cultura-SP, 1992). Jeito falado, disfarçando a dificuldade da emissão da voz com a desimpostação e falta de solenidade na tenorização costumeira da época (Chico Alves, Augusto Calheiros, João Petra de Barros, ?)

 

- Haydn - Sonatas para piano 18 e 19 (!!!!), c/ John McCabe. (!!), em 23-4-98, programa do  Tinetti, Cult-FM.

 

- Instrumentos: - Ciência dos Instrumentos: Organologia. (ex.: havia um órgão   portativo, na Idade Média, usado pelas Igrejas nas procissões)

                                                             -Mais sobressalentes no disco (LP) boliviano de danzas                                                    zampoñas

                                                                       tarkas

                                                                       kenas

                                                                       sicus

                                                                       pinkillos

                                                                       matraca

                                                                       güirro

                                                                       caja

                                                                       huankara (bumbo)

 

- Instrumentos:                              Martenot

                                                           Teremin (Rita Lee usou. Quem mais? Quem inventou?)Ciência dos Instrumentos: Organologia. (ex.: havia um órgão portativo, na Idade Média, usado pelas Igrejas nas procissões)

                                                           ( russolophon - Fitinha Luigi Russollo ( Intonarumori>>>arco enarmônico >>> rumorarmônio).            

 

- Instrumentistas "clássicos":

 

                                              

                                               Clarinetistas            Jacques Brymer (1915).

                                                                                  Karl Leister (1937)

 

            Contrabaixo:          Bottezini.

Dittersdorf.

Kousseevitzky

 

Cravistas     Wanda Landowska.

                                                                       Rosalyn Tureck

                                                                       Gustav Leonhardt

                                                                       Ralf  (Ralph?)  Kirkpatrick

 

                                               Guitarrista bras. Romero Lubambo, CD. "Trio da Paz."

 

 

                                               Organistas   Ane-Maria Alain, Bach!

                                                                       Helmut Walscha

 

Pianistas:

 

 

 brasileiros :                muito bom: Maria Josefina Mignone.

                                  

                               Contemporâneo / improvisou muito bem no espetáculo de Poesia Sonora / Phila / Inst.Cultural Itaú (SET? OUT? 1997) : SÍLVIO FERRAZ.

 

                        codificadores (Modelos) de mudanças de linguagem:

                        Schnabel/Beethoven (Beethoven padrão / Pattern Beethoven).

                        Cortot/Chopin.

 

                        mediúnicos  /  etimologicamente

                        Rubinstein

                        Horowitz

                        Glenn Gould

                       

negros                                                                                                       

                        - (cf.: o negro, discípulo de Bernstein  : André Watts (!) )

                        Byron Janis (é mesmo negro? Cf.)

                                                                      

 

                        partiturais:

                        Solomon

                        Serkin (*)

                        Gieseking

                        Rosalyn Tureck (Bach)

Lipatti

                        Samson François

                        Adam Harasiewcz                                   

 

      (*) v. Fita 505, Rudolf Serkin, presumivelmente no fim da vida (TTRISTE). ) O grande Serkin- ainda luminoso e profundo na leitura da sonata ( n. 32, op. 111), mas sem a agilidade motora necessária para evitar os tropeços  nas escalas e a disparidade dos tempos proporcionais nos ccmpassos... Todavia é comovente – plangente mesmo – o “toque” paralelo de suas feições, entristecidas pela música, no 2º movimento! Ouça, veja e guarde como exemplo das terríveis armadilhas da idade...Logo a seguir, a juventude de Ivo Pogorelich, cuja técnica biológica pode dispensar – pode?...- a musicalidade ( que ele, não obstante, tem). Fita danada de pedagógica!... [ COMO, SOBRE TÊNIS, AQUELA DE UMA PARTIDA DE PETE SAMPAS vs. AQUELE NISEI NORTEAMERICANO QUE FOI GRANDE, PROCURE. NOTA, EM COLCHETES, DE 10-4-99. Aquilo s/ Serkin está anotado em 11-9-1993. NOTA DE 30-12-2000: O tal  “nisei”  é o Michael Chang, que é descendente de chineses.

 

- sucessora de Richter :  Lylia Zilberstein,.

 

“técnico”:

                        - Michael Tylson Thomas

 

                        - português, (!!!) ouvido em 1985 : Adriano Jordão

 

 

                        - brasileira, promessa  - em meu entender : a menina Pamela Carlson, 10 anos em 1996, tocou, na audição de 22/6/96, da Fundação Magda Tagliaferro (onde o MURILINHO, MEU NETO, executou de Leila Fletcher, as ns. 15-16-23),tocou, repito, uma sonatina de Beethoven magistralmente: dedilhado (!!!), dinâmica (!!!!), intensidade (!).

                        Um ano e pouco depois, quando, em 8-10-97, fui pagar, a pedido do Flo, a mensalidade do Murilinho, na Fundação Magda Tagiaferro, perguntei pra esposa do Ronaldo Bologna (grande regente e grande "pensador" musical) onde estava aquela menina, (Pamela) ,  ela me disse: - Olha, ela está entrando justo agora, para receber sua aula (vindo de S.José dos Campos, onde  reside)! Que incrível coincidência! Coisa estranhíssima, nunca mais voltei ao local, e naquele minuto, um ano e tanto depois, me defronto com o talento. Perguntei-lhe brincando se já tocava Scriabine. Ela, bem alta para a idade, respondeu-me sorrindo, aparelho de correção dentária enfeiando-lhe a boca, que ainda não...

 

 

 

                                               bandolinista, !!!!!, Hamilton Hollanda, “Odeon”, Nazareth, !!!!, na Cultura FM mês de outubro de 2004.

 

trompetista  ENRICO RAVA (!!!) , discípulo de Miles

Davis (28-5-85).

 

Sax:  

Charlie Parker - no alto.

                                               John Coltrane. Como criação: John Coltrane.

                                               Coleman Hawkins - no tenor.

                                               Ben Webster, não sei bem por quê chamado "O Clark Gable do sax tenor".Quando inspirado, era Ben Webster.

Lexter "President" Young.

 

trompista     Dennis Brain.           

 

 

                                   violinista f^  : Nadia Salerno-Sonnenberg; diz o lutier Kaouru que é ótima.

                                  

violonista     extraordinário:          Manuel (Manoel?)

Barrueco                                          

                                                           *****

 

- Marcha carnavalesca: talvez a mais bela, mais tristemente nostálgica: "Alá-lá-ô", de Haroldo Lobo e Nássara.

 

 

 

- Melodia : nasce do ritmo ( sempre? pesquisar! ) – V. Fitas 1381, 1382 e 1383, índice M- Melodia oriental – árabe – tb. índice A – árabe – demonstração, ao assistir o Canal TVA árabe ART – Arab Radio & Television, da minha teoria incipientemente desenvolvida no intróito do poema “Cantox de Tumênios e a Poesia Dodecafônica”, da déc. de 50: O 5/4 jequibalesco/tchaikovskyano de sua sexta sinfonia=a escala oriental. O desautoritarismo da (des)armonia: até no auditório, vibrátil, com meneios de cabeça, fumando-se à vontade. Mostrar isso e a fita ao Willy e ao Flo. Sente-se o sistema modal = liberdade total no auditório, fumando!... Veja que o ritmo não balança o corpo, mas é freneticamente interno: a melodia está no movimento da cabeça. Cf. 7h20ss. da fita 1382. Combine com os títulos dor jornais árabes que aparecem a partir de 7h28 da mesma fita. Na Fita n. 1383, a escrita, magnífica, avulta e prepara a frase ( conceito? Dedução?) : O viver jovem ´ vive lá sem morte ` ” ( ó o som! [ estava lá, por mim: “para o Phila...RRISO! ] [ Hoje, 02-8-2002: TTRISTE ]

 

 

 

- Montenegro, Oswaldo: !!! no espetáculo no Memorial da América Latina, transmitido ( retransmitido ? ) pela rádio Musical FM, 13h, 14-3-98, "Opção MPB Especial".

 

 

- Mosca, Paulinho = clone de Caetano. Mas um Caetano rejuvenecido nas cordas vocais, somente nelas. É muito bom o cara! (nota de 19-11-99). (NOTA DE 29-12-2004: Ontem vi um especial sobre ele na TVA, Film & Arts, 22h., estava gravando mas interrompi: achei o cara muito fraco, só domina muito o violão, a voz é descolorida, sem a menor nuance e suas composições não têm sequer uma melodia graciosa, mesmo naquela falaciosa atendência que Caetano tem de firular a emissão quando falta naturalmente a sequência das “alturas”. Enfim, é medíocre mesmo!!!

 

- MPB -                 Conjuntos de pagode:

                                   - Só pra contrariar.

                                   - Katinguelê.

                                   - Raça Negra.

                                   - Negritude Júnior. 

                                   - Grupo Molejo.

 

- MPB - Elis: V. “Madalena”/ Ivan Lins ( qual gravação? gravou várias vezes...)( minha tese da desafinação/pesquisa de modulação e dissonância... afora a descrita para o Zé Miguel Wisnik, numm poema postal que lhe mandei, sobre desafinação no timbre, caso do Nelson Gonçalves )

 

 

- MPB - Willy (Corrêa de Oliveira) – v. seu paideuma, ao qual ele chamou, em janeiro de 2002, de “Espelho”, cuja cópia me presenteou em CD : achei a faixa do Sílvio Caldas um sprachgesang cantado (sic!...)


- Música        - Flat ( bemol )    sharp ( sustenido )

                               - Dur (maior)        moll (menor)

 

- Alturas        sucessão das         cf. SOL   SI  DÓ SUSTENIDO

  

- Música                    Conferir :

 

                                   Florent Schimitt.       no Claude Samuel

                                                                                  no Garzanti

                                   Nicolai Metner          no Claude Samuel

                                                                                  no Garzanti

                                   ( Ref. Metner, v. conc. p/ piano em dó menor, c/ Iara Bernette).

 

- Música                    Mozart           V.  M  MOZART.

                                                                                  

 

- Aquela espécie de degradação melódica, algo como uma escala descendente, um intervalo pedindo o outro, lógico... (vezo de Mozart em muitas obras, ouça a Júpiter e alguns “ l i eder”) : o que é, técnicamente – se é que é...? Progressão harmônica? ( mi / ré sust.>>>>>>>>      - lá / lá sust.

                                                        - ré / ré sust. >>>>>>>>  – sol / sol sust.) NA SINFONIA 41, JÚPITER, NA BARRA: ? – 4. mov., 03´38´´ / 46´´. COM ESSAS QUATRO NOTAS SE DPARECE MUITO COM O “ACORDE TRISTÃO” EM  RETRÓGRADO. (NOTA DE 09-6-07: veja o fenômeno, mais acentuado, na ária “Non più tuto auscultai”, do “Idomeneo”, !!! )

                                  

- Música para fundo de conversa:

                                               The maiden's prayer

                                               The romantic music of...(Jackie Gleason)

                                               Body and soul "Pair words

                                               The best pf Caiola (CD 5041 - Autor)

                                               A fitinha do Carmen Cavallaro/Alaôr.

 

- Música POP  - Cindy Lauper.

 

                                   - Onde Totonho Villeroy (Festivais) ? v. supra, Festivais.

 

                                   - “Sempre Ângela”, c/ Ângela Maria , de Moraes Moreira e Paulo Leminski (!!), anotação de 19-3-1985.

 

Música POP brasileira Quixadá, pena que a voz, inócua, sem cor, da Clara Nunes (Deus a tenha!...)desvie a natural atenção que seria dada à execução do Sivuca..., que você me mandou, mas tudo bem.   

    Se você pegar um DVD que se vende em bancas sobre o último show (Globo), ao vivo, do Gonzagão (pouquíssimo tempo antes dele morrer, onde aparece também seu des / afet (ad) o  filho Gonzaguinha ( não se bicaram durante toda a vida, deu um bruta complexo de culpa no Luiz Gonzaga...), o Dominguinho imberbe, Sivuca, Fagner (!), a Elba Ramalho, e quejandos, nesse DVD você vê por quê eu quase apanhava das rodinhas de musicólogos de botequim, quando berrava, bêbado mas conscientemente autoritário,  que os músicos mais exatos, perfeitos, inesbarráveis, divinatórios no rítmo, timbre, dinâmica, senso de improvisação matemática (é possível isto???!!! ) e de instrumentos que pareciam prolongamento de seus membros... eram: Glenn Gould e...SIVUCA.

    No mundo todo. Veja esse DVD!!!

    E os 3 BBB da Música Geral brasileira continum sendo, até, hoje, Ernesto Nazaré, Noel Rosa e Lamartine Babo. (Estou publicando algo sobre esse negócio de Villa-Lobos, argh!...) , aguarde.

    Abraços Menezes ; para os amigos, Blumenbosque Menezes.

 

 

 

- Música POP brasileiraMeu Paideuma ( Paideuma Cris, i.e, da fita cassete que lhe mandei em 1989, Londres)>>>>>>>>>. VEJA AO FINAL DESTA LETRA.