**********

 INSTRUÇÕES

 

INSTRUÇÃO PRELIMINAR:

- Gav. Instruções – Menção de que entraram coisas sobre o Glenn Gould,  bem antigas, mas que devem, além de encaixar-se no texto inicial da Revista Escrita, que está na gav. Glenn Gould, também encaixar-se no texto da gav. Introdução.

 

– “Script” para o filme do Novo Cristo Novo ( reunir todos: v. “Pesquisar” / “Google Desktop” , etc. etc. etc.)

 

– Conselho: Se um cara escrever um livro, “O QUE VOCÊ PEDIRIA A DETERMINADOS SANTOS E O QUE QUASE TODOS NEGARIAM, livrão meio grosso, e com verbetes dos pedidos e dos nomes sagrados, ficaria milionário em três meses.

Mas precisaria ter lógica e bom conhecimento biográfico. Pesquisa e pesquisa! Não pode ser no mole!  Pensa que Lya Luft, Tolkien e, agora, essa inglesa gostosa, best seller de infinidade de livros por segundo, não gramaram?! Peça a São Tomás que ligue cada santo a uma sabedoria e a determinado gosto. É outro conselho...e o que lhe vai abrir a porta.

 

- Gav. Instruções -  – “Script” para o filme do Novo Cristo Novo ( reunir todos: v. “Pesquisar” / “Google Desktop” , etc. etc. etc.

 [ ... ] o esboço do roteiro de um filme sobre Cristo,concebido há poucos meses ( nota do segundo semestre de 2009). - Sonho / “Rriso”/ [Plot]: foi aprovado pelo “Robert De Niro Script-Writer Committee of Independent Films from N.Y.” meu esboço de roteiro ( Plot) sobre a vida do Cristo trocado: o que está na cruz, já pendurado e também agonizante, esperando por aquele sujeito que carregou a cruz sacra até o martírio final, ( note: o que está na cruz, já pendurado e também agonizante, lamuriando ao Pai, ó Deus, por que me abandonaste? é o Cristo verdadeiro!) ; logo no início das tomadas, é enfocado como o (bom? mal?) ladrão. E sobrevive à noite da morte daquele que perambulou por todo o calvário, vê quando sua (dele) mãe vem, com Maria Madalena (mas com feição de Marta, naquele recurso do Buñuel de troca / fusão de fisionomia) , para tirá-lo dos despojos, reverenciá-lo e preparar-lhe um sepultamento condigno... e não encontra nada, lápide aberta! O ladrão, o Cristo!, naquela cruz à direita, e que só iria morrer no albor cinzendo do novo dia, a tudo presenciara: a ressurreição “daquele fajuto”, um ser enigmático..., a facilidade com que levantara aquela tampa de toneladas, a chegada das milícias romanas, que se bestificam com o vazio. E, assim, ele se martiriza intimamente  [ como fazer isso, Diretor?] na dúvida de que seu Pai não teve, para tirá-lo da cruz, a mesma força que aquele pobre ser do calvário, talvez movido pelo Diabo?... [ como o diretor representará o maldoso desígnio de uma possessão, exemplar para a Humanidade, a perdurar até o final dos tempos?!...] [ articular pensamentos em forma de monólogo interior é recurso banal... e a narração em off talvez fique muito explícita, uma vulgar explicação de mistério, que, por natureza, nunca deve ser explicado, enfim).  Flashbacks ilustrarão [ dei poucos exemplos, no Plot; quando tudo se concretizar, mostro a quem eu tiver confiança, antes do roteiro definitivo], ilustrarei, repito,  a força nascida na dúvida de que a troca de identidades é a verdadeira chave de compreensão deste mundo. [ E uma pessoa troca de identidade projetando no próximo tudo aquilo que não gostaria de fazer ou estar fazendo (passivamente, veja o filme “A Malvada”, Mankiewicz), ou ativamente,  v. “O inquilino”, Polanski)]  Também dou, no Plot, alguns exemplos para que as coisas não fiquem no campo da simples subjetividade: analiso, apresentando um esquema com  storyboard das tomadas, vários casos de milagres da Bíblia, onde são protagonistas, estranhando-se muito, qual zumbis alucinados (sic),ora os circunstantes da platéia do filme, por detalhes gosadíssimos e entrando no filme em processo inverso ao de “Rosa Púrpura do Cairo”, ora ( e principalmente) os personagens dos ambientes onde tais milagres aconteceram, situados em cenas grotescas de fusão confusa com a platéia!

 

– O Maurício Barata, meu particular amigo e prof. da Unb está fazendo o Plot /Synopsis supra  passar para o inglês!

- Notas paralelas às anotações do Plot acima:

 “...que, da cruz à direita (o autêntico), acompanha a chegada do Cristo histórico, o tradicional, mas falso, que vai ser cruxificado na cruz central : é uma crise de identidade e uma impotência voluntária do verdadeiro Cristo... [ análise que tem de ser corporificada em imagens ], um Cristo que vê tudo, a chegada das Marias (mãe e Madalena), para a ressurreição, a chegada dos guardas no dia seguinte, a briga, violenta!, causada pelas desconfianças de fraudes na tumba violada, a lápide extremamente aberta..., com pausas, durante a briga (um verdadeiro freje) , com  saltos da ação para platéias com cenas horríveis, grotescas, misturas anacrônicas,   [ isto é importante] gente gritando, “blasfemos! blasfemos!, é um filme de Buñuel ! “, etc . etc. etc. , mas (como???) não pode soar como metalinguagem... SOLUÇÃO, NO ROTEIRO, PARA O DIRETOR, OU DEIXAR POR CONTA DELE, SOMENTE INDICANDO POR PALAVRAS?!


Eu mesmo, que estou concebendo a coisa nebulosamente, praticamente de forma larvar, não sei como aquele Cristo, que carregou o calvário, agüentou tudo aquilo, não podendo sequer pedir auxílio ao Pai, pois não podia passar por filho... e teve tanta força!...E o filho verdadeiro não podendo desmascará-lo, inda mais tendo de sobreviver à morte do falso... que ressuscitaria...ou sumiria! ( como sobreviveu!, quem mais até hoje ouvir falar daquele cruxificado à direita do Cristo oficial?). 

 

Nascia ali aquilo que veio a chamar-se crise de identidade, sugerida acima! A primeira onde se instalou o sofrimento, que é a base inicial do cristianismo! Mas a coisa não pode ficar na conceituação, tem de haver imagem corporificada daquilo tudo, drama  tem de ser visualizado, não é como comédia, que pode ser contada, relatada...


Pelo amor de Deus, Meus, guardem para vocês que o roteiro foi selecionado pelo Comitê de Roteiros da Fundação Robert De Niro, N.Y ( setor “Independentes”, nome oficial na cabeça do texto).

 

Acho que, indiplomaticamente, sugeri, se aprovado, a direção do Mike Nichols, por quem tenho especial predileção... e por certa acomodação natural dele aos assuntos, como no genial “Angels in America”, aquela maestria justo em exibições  que sutilizam atmosferas extremamente chocantes!!!

 

Minha escolha mesma seria o Tarantino...(aqui entre nós)

 

[PRIMEIRA TENTAÇÃO DE MALMIFIZ E ARRIVALSA]

 

 

[SEGUNDA TENTAÇÃO DO MALMIFIZ & ARRIVALSA ( um demônio nunca vem só, veja lá na Biblia: João, ccc/ccc. REINAMORACHICA, TAMBÉM VEM NO RESTILHO DA DUPLA AÍ....]  [A PRIMEIRA TENTAÇÃO É QUELE INTRUDO DO PROJETO APROVADO PELO “COMMITTEE ROBERT DE NIRO” AO MEU PLOT , para roteiro, DO “Novo Jesus Novo”, cf. gav. Instruções. Tenho notado que aquela  concepção faz parte de minhas possessões demoníacas, por benevolência ainda jacentes nos meros, mas feros, assédios...) Imagine aquilo tudo... só para fincar fé na idéia de que Deus não poderia ter dado seu filho ao sacrifício! Provar algo, o bem pela presença do mal? Foi o que levou a mãe das mães, a bondade das bondades, ela que tinha a beatitude dos confortos maternos (mas a ciência da infusão...) ao se representar na carnação de Maria de Fátima, dizer claramente a Lúcia (uma das três crianças videntes, a que sobreviveu aos fenômenos) em resposta à clemência da cura (era uma multidão que todo dia 13 do ano de 1917 peregrinava para o alívio e a convicção) : - Não, não vou curar a todos, não; alguns sim, mas muitos prosseguirão no sofrimento e na doença, que para grande parte da humanidade é o aprendizado da Morte e a convicção de vida eterna... Será que foi isso que levou Jacinta e Francisco (as duas outras crianças videntes) a, inconscientemente, desertarem da Vida tão precocemente (cada um tem sua morte, uma vez na vida, à mercê de sua vontade) , em pleno curso das ainda aprazadas Aparições de Fátima no lugarejo?! Note-se que morreram de pneumonia, a asma que tolhe o ar, a quebra do entusiasmo / = In Theo in asthma (Deus na respiração, Deus no hálito) , como, vez por outra associava Ulysses Guimarães em seus devaneios desviantes... [ ver se cabe “desvios devanscentes”(existe?)]

 

 

Adendo para um entendimento do que veio logo acima:

 

@ - Joyce e [minha] filosofia de bairro: imagine o calhamaço do Ulysses (732 pp, 736 com as “erratas”), composto em tipografia francesa ( Dijon, 1922 para trás), sem linotipo, letrinhas de chumbo apanhadas a mão uma a uma em cada palavra, e alinha(va)das ao contrário, a visão do tipógrafo correndo...  E se o(s) tipógrafo(s) tentasse(m) compreender o que punham na prancha?!... que, segundos depois, urgia que fosse lambusada para a impressão !!!??? Veja pequeninho exemplo no subcapítulo “ORTOGRAPHICAL” (  final do primeiro e todo o segundo parágrafos), dentro do cap. 7 do Segundo Bloco, “Odisséia”/ O jornal / Éolo na fonte homérica).

 

 

Tuô tod inçado, numpó ssfalar direito, annsstesia na gengiga soflipabu uzzn´o dent i ssaaaa... é! n´o dent...i  ssaaata

(= Estou todo inchado, não posso falar direito, anestesia na gengiva, sofri pra burro no dentista... é !, no dentista.)

 

(= Estou todo inchado, não posso falar direito, anestesia na gengiva, sofri pra burro no dentista... é! no dentista.)

 

: Qualquer dislalia captada pela escrita justifica o gênio de Joyce, com perdão pelo suelto.

A História se adequou ao seu passado!

E um sonho desse fenômeno, com todo tipo de topo-histório-geografia dos eventos, torna plausível a Irrealidade, o que é um perigo . (Finnegans Wake)  

A Fé, que tudo redime, poderá um dia ser substituída pela leitura – e entendimento! – daquilo tudo, e daquele tipo de coisa.

É um (avançosckdv) ou um solerte salto para a (beócia beatitude...kjewgnwei) onde todos [ se fosse possível ao homem nascer com o maxilar inferior fixo, e o superior móvel. A cada fala, os olhos, para cima e para baixo] , varreriam o céu e teriam tempo de meditar = ler o que lhe dizem as nuvens naquele mesmo instante.

Horrível como o próprio Paraíso [ a platitude doiiiimperigo, da eterna paz das estátuas aiheweeoe].

Como fica fácil não pecar: dez dedos de duas mãos rápidas sobre um teclado e estaremos todos salvos.

Amém.

 

 

 

- Negociações

 

- (PODE ACONTECER ISSO, DE SUMIR ALGO NA TRANSPOSIÇÃO DO WORD PARA O SITE? PRECISAMOS REVISAR TUDO, LINHA POR LINHA, PARA VER ISSO!!!) POR FAVOR, NÃO SE APAGUE O QUE NÃO FOR RESOLVIDO!!!

 

******

- LEMBRETE AO ADMINISTRADOR DO SITE:

VAMOS SENTAR PRA PROGRAMARMOS UM ATAQUE RADICAL , VOCÊ NÃO IMAGINA O QUE TEM NAS SACOLAS, IMAGENS PARA ESCANEAR (ESTOU FAZENDO MUITAS) ... e o prosseguimento da Introdução!

Há também mil poemas para entrar, recentes, atuais, e de décadas passadas.Quase tudo visual.

Há as Traduções, Eliot, Block, e muitos mais.

FOTOS.

DESENHOS.

É TODA A MINHA VIDA, É TUDO QUE ESCREVI E QUE QUERIA PUBLICAR EM LIVRO!!!

IRIA DAR UM CALHAMAÇO DE MAIS DE 800 PÁGINAS!!!

DAÍ A OPÇAO PELA EDIÇÃO VIRTUAL, DA WEB, SITE, COMO QUER QUE  SE CHAME.

MAS ELE TEM QUE ABARCAR TUDO, PACIÊNCIA.

Prosseguiremos . Abraços Menezes.

Bem, não vamos arrancar os cabelos.
 

******

 

 

 

Para localizar no blogue do Lyra meu poema da melancia, para rever aquela cara triste, o da boca vermelha malincônica ( isto soa, sinestesia, como uma entrada daquelas lonas de circo!!!.Aquela cara do palhaço foi arrumada pelo Alberto Lyra Jr, confronte o admirável

 

http://letteri.blogger.com.br/2008_03_01_archive.html

 

 

 

 

LEMBRETE: ENTRE OS VÁRIOS LINKS QUE ENTRARÃO, UM DELES É NO “HOMENAGEM A VINICIUS” (NA PARTITURA, POIS VAI HAVER UMA MÚSICA, aquela da partitura). MAS ISSO É COISA PARA UM FUTURINHO ... POR FAVOR, NÃO SE APAGUE O QUE NÃO FOR RESOLVIDO!!!

************************

- Providências unilaterais ( só minhas, sem mandar nada para A.M.M.C., administrador do Site) :        

-  Fitinha n. 9, Lado A , alt. 432 , “O POEMA SOBRE OS AMANTES AMADOS. (Sumiços dos 2 amantes amados!   ESTE! )” Ouví-la o mais urgente possível. (Nota de madrugada de 06-5-07).

************************

: A valsa do Bandeira ( Américo)  gravada em minha casa, como se diz na passagem(cf.): pode ser posta em link, eis que tenho a fitinha cassete em pasta própria. [Onde a fitinha?]

 

******

 

voltar à página principal