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 GLENN GOULD

 

IP-GLENN.                           VHSs:

                                               332

                                               333

                                               803>>>>>

                                               1117

                                               1231<<<<

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-         LD, qual?- Glenn Gould com Menuhin / Partita n. 1 de Bach. Tb. a obra de Webern (Schönberg?) que eles tocam juntos e comentam. Aquela assertiva de Menuhin sobre pegar frases avulsas ao acaso de Shakespeare e remontá-las: é um belo sem sentido, belíssimo sem sentido: isto talvez seja a música "contemporânea". Gleen Gould põe a mão no queixo e murmura "hum, hum!"  MOSTRAR AO FLO EM SEGUIDA, POIS ELE ME PERGUNTOU EM 16-8-03 SE EU CONHECIA. 

 

 

- [ Livro ]:                - LDs: - Glenn Gould com Menuhin / Partita n. 1 de Bach. Tb. a obra de Webern (Schönberg?)que eles tocam juntos e comentam. Aquela assertiva de Menuhin sobre pegar frases avulsas ao acaso de Shakespeare e remontá-las: é um belo sem sentido, belíssimo sem sentido: isto  talvez  seja a música "contemporânea". Gleen Gould põe a mão no queixo e murmura "hum, hum!" ( LOCALIZEI NO "DBASE', VHS COM LEG. ):  PASSAR PARA O ARQUIVO  IP-GLENN GOULD DO  WORD / LIVRO  E  MOSTRAR  AO FLO EM SEGUIDA, POIS ELE ME PERGUNTOU EM 16-8-03 SE EU CONHECIA. V. ensaio de JOÃO CABRAL,  onde  ele fala que o poema tem de ter essa unicidade ( quase um começo-meio-e fim). Um ensaio onde ele fala da fragmentação ... que só quando unitária (juntada) pode dar sentido à obra de arte (v. c/ i Ivan) = idéia do Menuhin ao falar com Glenn Gould s/ Webern/Schöenberg e “pedaços avulsos e destacados” de um texto de Shakespeare; o sentido está na junção, desenvolver isso (Aquelas belezas são avulsas e desconexas. V. DBASE, qual o VHS.

                                               - V. verbete, in IP-Avulso do Word ou IP-Portraits, Haroldo de Campos: de quando é “O sétimo selo”, de Ingmar Bergman, pois no AUTO DO POSSESO, de Haroldo de Campos, de 1950, = já!..., cf. p. 33:

                - A AMADA: Ouve, agora, junto ao mar// um enxadrista joga.

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-                                              Carta do Zé da Veiga Oliveira, Rriso, v. biografia grandona do Glenn Gould, Gay.

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@ - LDs:

                                                           - G.G. - Greatest hits (Myron Chianti)

                                                           - G.G. - "The music of man" ? (c/ Menuhin).

 

                       

                        Publicado na revista Escrita n. 35, Ano XI , 1986, sob título “Ensaio-poema sobre Glenn Gould (trecho ) “, o capítulo 16 [pq.?]:

 

                        “16. Maldidto. Guerrilheiro  do piano. Come só feltros. Dorme debaixo da cauda de seu belo, solerte e raivoso Steinway. Não fala com ninguém. Há muito não dá mais concertos [1 ]. Só tocará Chopin quando for psicografado [2], não é bobo, apesar de louco. Adora trocadilhos, verbais, visuais e fônicos. Medula modulações de Gershwin em sonatas de Grieg. Saltarela valsas de esquina na Ouverture à moda francesa.Contaminou com contratempos de rock-funk a Sonatina n. 2 de Sibelius. Troca os selos de alguns discos da Colúmbia só pra chatear José da Veiga Oliveira [3]. E mandou para Arnegão de Panariz a versão de certas letras que balbucia nos melismas e solmizações dos movimentos lentos de quase tudo que toca – aquele cantarolarzinho leitoso e chato que se ouve em suas gravações. E, apesar de ser misógino, sabe distinguir o movimento Women-Libs do movimento Women-Lesbs e, sobre eles, elas e êlas, cantarola, sob a “allemande” da Suíte Inglesa n. 2, a seguinte coisa ( a tradução a Arnegão de Panariz coincide, com pequenas variantes, com o que pôde ser ouvido pelo poeta Percy Gartner Garnier:

                                  

“A mulher madura de hoje nem sempre é bondosa: a vontade de ser, com o serviço pela metade.”

 

                        Trêfego, harmoniconciliautor, discanta, na gigue da mesma suíte ( atrapalha um pouco sua incomparável interpretação, apesar do “timing” do computador que tem ligado à sua medula por dígitos-laser ), a mesma canção, só que entrecortada pelas cesuras rítmicas apropriadas do andamento:

 

“A mulher má, dura de hoje: nem sempre é bom. Dosa a vontade de ser com o ser. Viço pela metade.”

 

 

Notas:           1 – Esse trecho começou a ser escrito bem antes de sua morte, em 1982. Parou de dar concertos em 1963.

                        2 – Erro meu,  que tem de ser consertado na publicação. Mas, somente com a abertura total de  seu espólio, é que foram encontradas, quase no final da década de 90,  interpretações de Chopin, hoje registradas em CDs. ( V., p. ex.....................

                        3 – Brincadeira  que fiz com o crítico, musicólogo e meu íntimo e estimado amigo José da Veiga Oliveira, morto em 1999.

                        4 – Funk:     - v. o excelente documentário que gravei da TVA - James Brown, !!! - Sly Stone - estudar aquela batida no primeiro tempo da frase - totalmente revolucionária - VER TRECHO DE MEU ENSAIO SOBRE GLENN GOULD, ONDE FALO SOBRE SONATINA FUNK ( PARTE PUBLICADA NA REVISTA  "ESCRITA").

                       5 – Mozart. "velocidade" na interpretação das sonatas para piano, por Glenn Gould:     Desenvolver a tese das cadências em concertos, por transformação das Sonatas para piano em concertos, devido a Mozart privilegiar, sem saber( ...), os concertos para piano sobre todas as suas outras coisas, inclusive as óperas: aquela rapidez que GG imprimia às sonatas mozartianas era para inserir-lhes “cadências” (cadenzas), num “ritardando” súbito, com as mesmas notas & frases, lógico! Falei isto uma vez para o Caio Pagano e para o Willy Corrêa de Oliveira e, bem recentemente, em abril de 2007, numa conversa com o maestro Walter Lourenção, à porta do Café Suplicy, na Lorena. Ele olhou-me com olhar indagativo e jogou-o na distância, ssussss, ssusss.  Esqueci de falar-lhe, que, dez anos após aqueles meus papos, com a edição, póstuma, pela Sony (Columbia) de tudo que gravou (hoje em dia mais de 80 CDs), o próprio Glenn Gould reconheceu,  no texto que acompanha a Sonata K. 333, cf., !!!, essa justificativa para o presumido excesso de velocidade nas sonatas mozartianas.

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CONVERSA COM O PIANISTA CAIO PAGANO, FINS DA DÉCADA DE 70, SOBRE “QUEM TEM MEDO DOS GLENN GOULDS? OU:
UM RETRÓGRADO DO AMOR LIVRE AO AMOR LIVING”
(Parcialmente na revista ESCRITA, v. acima)
 



@ - Na passagem s/ Schubert/Fiaminghi: “Schubert, o de vândalos suspiros.”
  

@ - Mozart:    Alice Ehlers tocando Mozart no filme "O morro dos ventos uivantes" : pré Glenn Gould.


@ - V. p. 317 de Pauline Kael, "1001 noites no cinema".
 

@ - [ V., nas papeletas ref. Aos LDs abaixo, uma anotação que fiz: ‘’ (uma  colcheia) e ‘’pianista Vlado Perlemuter ’’.
 

@ - Ouvir ( ver nos CDVs ?!)      [ o que é isso? ] :

 

-         Partita n. 6 de Bach ( “ambiente nudificado”, de sublime abstração)

-         Fuga em mi maior n. 9 do Livro II do “Cravo

@ - Livraria  Francesa : “Catalogue raisonné du Fonds Glenn Gould” – Bibliothèque du Canada, 1992, vente par la poste: Groupe Communication Canada – Edition, OTAWA, KIA 0S9.

- Filmes:              VHS:

                                   (v. catálogo USA noo Carlinhos:

                                   - “Slaughterhouse Five”                   [ já tenho, anot. de 8/1999]

                                   - “The Wars”   (cf. Maltin)

 

                                         <><><><><><><><>

 

LDs da série “The Glenn Goud Collection”

 

Disco 1                     @ - 1963

                                   2 – As mãos ( a que descansa rege ). Os ataques de cabeça e perna esquerda recolhida em ajoelhamento sentado. Pouco antes de abandonar as apresentações em público.

                                   3 – 1958 – Treinando (solfejando) Bach ‘Sinfonia ( com o cachorro).

                                   8 – Beethoven / Variações “Heróica”.

                                   (1960) – a cabeça já rodando como um LP (33 r/min!!!)

                                   - No largo, [ ileg. ] Variações / Heróica o ‘’LP na cabeça” é perfeito. EM OUTRO DISCO ‘’CASEIRO’’ VÊ-SE POR CIMA, CF.

 

                        12 – Façade ‘’cênica’’ ( ! RRISO ) >>>.William Walton >>> ele de chapéu cantando com a solista.

                                               ( 1975 )

 

@  No CD ‘’22  Variações 9 (novo) >>> qual a gravação q. G.G. fez na semana de sua morte?! (cf.).

           

                        15 - >>>>> o Adágio (BWV 1017) é o tema da Paixão segundo S. Mateus ?

 

Disco 2         5          Cabeça 33 RPM      RRISO

                                   ( Jan Sweelinck , 1562-1621.

                                   = ‘’sistema calmo’’ = João Gilberto nd toque no violão.

                        AMAVA TANTO O DISCO [ Havia, ou haveria de deixar de tocar em público por aquelas razões ] , QUE RODAVA A CABEÇA NA MESMÍSSIMA ROTAÇÃO ! ( E MESMÍSSIMA DIREÇÃO[ Em agosto de 1999, o Flo, sabedor dessa minha ‘’teoria’’,  notou aqui em casa que o Sviatoslav Richter tb. fazia isso!, cf. VHS ‘’ Richter, the Enigma’’, tb. por Monsaingeon (sic ?, cf.) amigo de GG e supervisor dos LDs supra. GG era seu grande, enorme admirador, e viu-o tocar pessoalmente: será?... ]

                        O andamento não interessava!

                                   ( 34 anos )

                        A câmera, em seu home / studio, em mov. grua, acentua.

 

6                    Beeth. Bagatela op. 126 n. 3 (sinfônico)

 

 

10, 11, 12      Beeth (1960) – Teria já a antevisão do ridículo    q. seria

em público demonstrar o acesso ectoplasmático da mão esquerda regendo uma orquestra, quando subia de uma leitura, unida ao canto contido [ parece escrito curtido ] e a cabeça/ LP. As mãos, na posição (altura do peito) para ataque como patas de ave de rapina.).

                        20 / 22            Sonata op. 109 ( !)

28                                       Sua fuga (!...)

 

 

Disco 3                     [ Parei de datilograr as papeletas aqui, em 20-8-99]

                                   VER SE AINDA ESTÃO NA GAVETA DA DIREITA DO “SOM”(Anotação de uma retomada de “pesquisa” feita em 31-8-2003).

(4,25em11-8-06)

to be continued


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