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 Blog col(i)gado

 

Apelo a blog  ><><><><><><><><>< ex born yesterday

 

 

 

NEWS

(MAS ALGUMAS DE HOJE PODEM ESTAR LÁ EM BAIXO, NO FIM DA GAVETA)
 

 

 

(Entry: 9 de novembro de 2007).

        O poema PaPiroPirâmides “Monopol”, constante do livro de 1972, que pode ser aberto na página Índice no ícone “Inverso”, teria o final, em sua primeira versão, de palavras e figurinhas cripto-hieróglifo-egipcíacas (“Alma”/“Cama”/“Lama
/Calma”),  compatíveis com o fulcro do poema, e a que chamei, na época, LOGOCRIPTOGRAMAS. Apresenta-se agora o final desprezado, em imagem filmada, que foi substituido, na época, pela mensagem impressa em limão que, queimada no verso, decodifica referida mensagem.

 
 

 

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(Entry: 9 de novembro de 2007).

 

        No mesmo “Inverso”, havia, no poema “Trampolíngua”, uma etapa que interligava a invasão e desinvasão (configuradas por um tanque carregado de imagens sexuais) do cérebro do homem moderno. Tal homem, como no poema, teria duas linguas, um olho para cima, outro para baixo. Os acessórios do poema explicam a filosofia...

        O filminho que agora se agrega resumia toda a concepção do poema, mas era impossível de ser anexado a um livro, por óbias razões.

        E o poema, como foi editado, não deixa de ter sua motilidade também, operada pelo leitor, ao tomar a sopa de letrinhas por uma das bocas (a de cima)  ou ao abanar-se / abonar-se.
 

 

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(Entry: 9 de novembro de 2007).
 

        Remeta-se ao poema “ Abat   j   Our”, na gaveta Poesia Visual e, em substituição à frase BREVEMENTE, A PROJEÇÃO SERÁ OBJETO DE UM LINK, NESTE LOCAL, acesse o filme clicando no LINK colocado lá.

 

 

 

 

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(Entry: 28 de novembro de 2007).

 

-  Enola Gay/ Neste novembro se “comemorou” o lançamento da bomba sobre Hiroshima, ancorado na morte de seu lançador. O avião se chamava Enola Gay, típica ironia do destino em algumas cabeças privilegiadas dos criadores das piadas (os maiores cérebros da Humanidade) sugerindo: a ida era alegre, pois portava a maior missão de esperança desesperada do mundo, de dar fim a um conflito que já estava se amebizando. Era o pré-efeito estufa de hoje, certamente, hoje, uma vingança da Natureza contra o homem desnaturado. A volta, a solidão estirada, triste e desmilingüida como aquele verso de cummings, era um palíndromo do Deus endiabrado que cobra se cobrando : YAG ALONE (= ENOLA GAY. Yag= algo como argh!..., cf. Eliot)), lá nas alturas da maior solidão que calou o falecido por 62 anos.  Ou o norteamericano só estava brincando, prefabricando o trocadilho, pintado na fuselagem da aeronave, para uma racionalização do remorso?... Essas coincidências muito perfeitas raramente acontecem por acaso.

 

 

(Entry: 28 de novembro de 2007).

 

                                      - “Rebus” (Rebuscados...) – um rebus prototípico é o de que cadáver vem de cara data vermibus = carne data aos vermes. Consultando o DICTIONNAIRE ÉTYMOLOGIQUE DE LA LANGUE LATINE, de A. Ernout e A. Meillet, é pura paia ...

                                      - Outro: o de que forró vem da corruptela sônica de for all, o baile da parte baixa da Casa Grande, para todos saracotearem. Antenor Nascentes revida com (org.): forrobodó. Outro “rebus” muito bem bolado, rebuscado mesmo...

                                      - Um rebus de gênio, penso que já anotado por alguém em artigo de jornal, foi o do grande pintor Ermelindo Fiaminghi, dizendo que a aguardente de pera “Williams”, preciosa em todos os sentidos, e bebida a vida toda por Ulysses Guimarães, lhe ( e a quem quer que fosse!) dava um bruta porre, palavra derivada de poire quando manemolentemente pronunciada por quem estava de.
 

 

 

(Entry: 28 de novembro de 2007).

 

                                      - Na altura aproximada de 1h45 de “Limelight”, do nec plus ultra Charlie Chaplin, Calvero canta o inesquecível         

                            “Love- love,

                            love-  love,

                            love-love,

                            love-love,

                            love-love

                            love-love, love-love!”

                            E repete:             (.../ ... /...), dando, na velocidade, um amargo bló-blóv, blóv-blav, blav-blav  (..........) =blá-blá-blá ! [é perfeita a audição disto!]       (= o amor é um blá-blá-blá. Calvero estava decadente, amargo e frustrado, no bar onde canta se acompanhando com um banjo (bandolim).  “Rebus” (Rebuscados...a mancheias)

 

 

(Entry: 28 de novembro de 2007).

 

[          - "Folha de S. Paulo" de 25 de julho de 1997: "CLONADA OVELHA COM GENE HUMANO", capa e pág. 1-20. Anotei lá:

            "Incutir o senso de indignação no mixto. Horrível, pq., não tendo a fala e a comunicação, o sentimento  (ou instinto de presença) da dor ou da morte lhe dará uma indignação maior!". 

            - O novo no velho, a nova na ovelha (1997, eu) /  O novo na ovelha  (Dolly/Polly).

           Nota de fevereiro de 2003 - Dolly morreu de envelhecimento precoce e célere. Celerados... (sorry pelo trocadilho...)  ]        

 

(Confronte “O novo no velho”, do Augusto de Campos)

 

 

 

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NOVELINHA DOMÉSTICA, À MODA DE MILLÔR FERNANDES

 

...a mão na mão

 

...a mão naquilo

 

...aquilo na mão

 

...aquilo naquilo

 

...aquilo por quilo

 

 

Moral: totalmente dispensável.


 

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POESIA: Ferreira Gullar, por mais que seja adestrado, tem sempre aquele espanto caramuru ao conceber ou expor uma idéia! (seria isto racismo, se não houvera existido Caramuru. É uma simples e colorida cor local. Sua Luta Corporal foi genial e seu Poema Sujo é, como eu já disse, na revista Escrita logo após sua saída, guevaro-kardecista.)

 

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MÚSICA: Debussy é o Ravel sem talento.
                  Ravel é o Debussy com talento.
(Portanto: é só aplicar o Princípio de Grünnewald (Zé Lino): "... a frase ao lado... "  “...a frase acima...” “...a frase abaixo...”
 

 

 

 

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Lula – Provando, só pra saber, do gosto amargo do preconceito:

 

Em minhas perspetivas de Anarcotrêfego ( = de Tráfico de Anarquismo Afobado) nome que vem cansando meus “correspondentes”, imagino que as premissas
 devam estar, na maioria, desajustadas e desarticuladas, mas baseadas no senso
comum das associações, também geralmente gratuitas,  da Realidade...     

Nessas equações que se formam
 (“sabe ?, como aqueles circulos branquinhos, cada vez mais brancos e
grossos do algodão da máquina de algodão doce, gostosos de ver mas
 melhor de comer” / metáfora DNA ), só espero que um dia o Lula não me
 venha com essa, não de todo desarrazoada: “- Companheiro, num mundo
 capitalista, todo mundo é ladrão e tive de ser coerente com a
 tolerância até auto-indulgente aos princípios daquilo que vocês,
doutos, chamam de Lógica.”

Ele poderá falar isso cercado de livros num
 “chalé modesto”, ouvindo Noel Rosa, ou em uma (sua) casa versalhesca de
 banlieue parisiense em cima de uns ovos nevados com pausas num Château
 d´YQUEM...
 Apelando outra vez para a Música, “não sei se feliz ou infelizmente”,
 inspirei-me em dois setores de primeira página da Folha de S.Paulo de
 hoje, 16 de julho de 2007, um referente a insinuação de protecionismo
 numerário a grupos de “construtoras pouco conhecidas [ que ] herdaram
 grandes contratos.”, outro, de topo de abertura, sobre falhas na Bolsa
 Família: “O problema mais comum é o pagamento a famílias cuja renda
 supera os limites do programa social. O estudo encontrou beneficiários
 mortos, deficiência no controle de contrapartidas e famílias atendidas
 com filhos em escola privada, entre outras falhas.”
>
 É certo que a Folha quer, precisa, engrossar o coro dos desafinadores
 do coro dos contentes
, mas lá fora um The New York Times, um Financial
 Times, um The Independent, um El Mundo, e cá e aqui pra nós, um
seriíssimo Carta “Ingênuo” Capital, de vez em quando penetram esse parangolês
 multiforme e multicolorido que é o Mundo de Lula e saem por outros
 buracos.

Tomara que me xinguem de anarquista e assim não me levem a
 sério! Ou até de canalha, não me levando mais ainda!

O que vale é meu balanço dialético no verbete LULA, da gav. Portraits

 

 

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(Entry: 04 de fevereiro de 2008).

 

 

 

 

(DE UMA CARTA REFUTATÓRIA (argh...) A CASTOR FERNANDES: “Fat Garoot, data maxima venia, como dizem os medalhões da linguagem, ambos estão no mesmo patamar. Se o genial Niemeyer fez aquela catedral, !!!!!!!!!! (Brasília), as mãos contrictas saindo na superfície, como alguém que auto se desenterra, para a súplica, muda e concentrada, de uma proteção perene à população daquele epicentro da nacionalidade, João Ubaldo Ribeiro lapidou a gigantesca, solerte, solene, desraquítica epopéia em prosa da(s) raça(s) dos brasis, com "Viva o Povo Brasileiro". Onde cada período da história brasileira de certa forma tem sua linguagem isomórfica com a etnia da época, os costumes dos locais, o respeito de satélite pela conformação geopolítica, e tudo no mesmo nível ( guardadas as proporções da época que lhes deram estilo)  d´"Os Sertões", de Euclydes da Cunha. E a mesma eletricidade na semântica de cada etos, sociais, tudo com uma verve maravilhosa, aquele sarro de baiano, etc. etc. etc. Enfim, uma obra contraditoriamente desproporcional a certas atitudes de seu autor = Não falo?/falo sim, de seu reacionarismo perante o Presidente Lula, pois todo baiano é amoral, assim como todo mineiro é munheca, assim como todo paulista é ...autocrítico:


"Somos todos filhos da fruta
maçã rotunda e roubada.

Eta Vida desgraçada!

(Flomen, em drammatis personae de Mário Quintana)

E o carioca sofre de carioquice cariada, ai!...
Siocê sabe definir melhor, me mande, não encontro...
( Em 1958, poucos meses antes de passar a lua de mel no Rio, presenciei no Largo da Carioca um pavoroso prenúncio de desgraça : dois caras pegadinhos, os punhos cerrados em posição de boxeur, cara a cara, gritando alternadamente:
- Qué porrada???!
- Qué porrada???!
E a cada grito ambos se afastavam meio metro, um metro, o pessoal aguardando a tomada de uma posição mais favorável pra chapada definitiva e...
- Qué porrada???!
- Qué porrada???!
E a cada novo grito, mais se afastavam um do outro e, no qué porrada? qué porrada? chegaram de costas no limite da praça e cada um, numa meia-volta, enveredou pelo beco que lhe cabia e se escafedeu como lhe cabia...
Aquelas gordonas do sarapatel entoavam, convictas: - é a Santa Paz do Senhor...


Carioca é a única “raça” que devia contrabandear maria-mole (e passaporte italiano) entre Israel e os condados palestinos.
MAS:
Pessoal: João Ubaldo é ( ou foi) um fenômeno literário digno de um leito de Camões, Machado, Lorca, Borges... é que ele tem aquela cara de quem sempre está entrando em bordel meio fora de hora, bebe que nem gambá (gambá bebe mesmo?... e ele ainda bebe?) e quase ninguém respeita. Mas é um fenômeno. No nível do Niemeyer. Eu não tenho dúvida. E SE HÁ DECADÊNCIA, DECADÊNCIA NÃO APAGA A OBRA FEITA...

 

 

 


 
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AVULSO: "Uma cabeça má arruína o corpo todo" (Marquês de Maricá)
 


 

 

 

 

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Faixas no bairro da Liberdade, durante todo o ano de comemoração do
centenário da imigração japonesa no Brasil:

Ohayo! Ohayo a Liberdá-a-de
no horizonte do Brasil!
Ou raiou a liberdade
no horizonte do Brasil.

 

 


links de áudio e de vídeo atualizados nas gavetas
Entrevistas, Glenn Gould, Música, e Portraits

 

to be continued


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